Descubra se a energia do raio pode virar energia elétrica

Siemens energia raiosSe o raio é uma descarga de energia elétrica, será que não tem jeito de armazenar e utilizar como energia para nossa casa, por exemplo? Boa pergunta! Principalmente porque o Brasil é campeão mundial neste quesito, segundo o Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Por ano, são 50 milhões de raios por aqui.

Respondendo a pergunta acima, até dá, o problema é que não é economicamente viável. De acordo com o Elat, embora a potência energética seja grande, o raio dura de meio a um terço de segundo. Neste período, gera 300 kWh que, por sua vez, equivale ao consumo mensal de energia de uma casa pequena.

Para ficar mais fácil, pegue a conta de energia da sua casa e confira o consumo mensal. Lembre-se de que a média por pessoa no Brasil não passa de 163 kWh. Economicamente falando, a implementação desse método não vale a pena! Além disso, seria difícil captar raios suficientes em pontos estratégicos para armazenar e garantir que ninguém fique às escuras.

A ideia pode virar realidade mais adiante. Um estudo do Inpe realizado em 2013 mostrou que o número de tempestades com raios na cidade de São Paulo cresceu 40% em 126 anos. Mesmo assim, a região entre Coari, município do interior do Estado do Amazonas, e Manaus lidera em incidência de raios. E mais: nas próximas décadas, o fenômeno deve ser mais frequente na região amazônica, segundo informações do Elat.

Por ser o maior país na zona tropical do mundo, o Brasil tem o clima quente e, portanto, favorável às tempestades e raios.

E você? Tem notado mais raios na sua cidade?

Artigo escrito por: Letícia Ghedin

Entenda como se formam os raios: Inpe

Com informações da Super Interessante

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E se tudo fosse interconectado?

Siemens futuroJá imaginou todos os itens que você usa no dia a dia interconectados à rede mundial de computadores? Este fenômeno já está se fazendo possível por meio de uma revolução tecnológica denominada “Internet das Coisas”.

Meios de transporte, eletrodomésticos e até roupas conectadas a computadores e smartphones estão tomando conta do mercado. Esta união do mundo físico com o digital já é discutida desde 1991, quando a conexão TCP/IP e a Internet começaram a se popularizar.  No ano de 1999, o termo “Internet das Coisas” foi sugerido pelo Kevin Ashton, do MIT (Massachusetts Institute of Technology).

E como essa ampliação da conectividade é efetivamente útil para uma série de atividades cotidianas? Os objetos que estiverem em rede terão meio de fornecer dados para sistemas integrados e controlar uma série de atividades, como, por exemplo, saber por meio do seu carro em movimento que você está se dirigindo à casa e, então, a própria rede pode ajustar a temperatura do ambiente para quando você chegar.

Quer saber mais? Assista o vídeo criado pelo NIC.br  (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR) e prepare-se para um futuro bem presente:

Artigo escrito por Paula Neiva

Fontes:  PorVir e Exame

 

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Curitiba: o exemplo sustentável para o Brasil

CuritibaJá parou para pensar como os órgãos públicos estão investindo em ações sustentáveis para as cidades? E em como a sociedade está contribuindo para que a sua cidade evolua sustentavelmente?

Em Curitiba, isto é posto em prática. Conhecida como a “Cidade Verde”, seus projetos de sustentabilidade em mobilidade urbana, educação e saneamento básico chamam atenção por apresentar uma proposta que prova que sua preocupação com o meio ambiente vai muito além de pura teoria: a prefeitura permite que a população troque resíduos recicláveis por alimentos de qualidade.

Assim é o popularmente conhecido Programa Câmbio Verde, que incentiva os curitibanos a juntarem quatro quilos de lixo para, assim, terem direito a um quilo de frutas, legumes e verduras, todos cultivados por pequenos agricultores rurais.

Desta forma, o programa combate problemas característicos de grandes cidades ao reduzir a quantidade de lixo, ajudar a população a ter mais qualidade de vida e ainda se torna um exemplo positivo de gestão eficiente e visionária, sendo reconhecida por meio do recebimento de prêmios internacionais por suas ações socioambientais. Entre esses prêmios, Curitiba foi eleita pela OMS (Organização Mundial de Saúde) a cidade com a melhor qualidade do ar do Brasil e a segunda melhor do mundo em equilíbrio ambiental.  Além disso, desde 2011, a cidade é reconhecida pelo Instituto Trata Brasil como a primeira capital brasileira onde 100% da população tem saneamento básico e água tratada. E a sua cidade, como tem contribuído para um presente mais consciente e um futuro mais sustentável?

Artigo escrito por Paula Neiva

Fontes: Prefeitura de Curitiba e pensamento verde

 

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Nada de choques ou prejuízo com instalações elétricas

soluções para instalações eletricas SiemensInstalações elétricas mal feitas podem causar diversos transtornos, grandes prejuízos e trazer riscos. Por isso, quando se tratar do assunto, nada de “gambiarras”!

Para garantir segurança em sua empresa ou residência o ideal é investir em produtos de alta qualidade. Também é importante contratar os serviços de profissionais e empresas credenciadas junto ao CREA (Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura). Além da garantia de um serviço realizado por profissionais habilitados, você pode exigir a ART (Anotação de Responsabilidade Técnica).

O defeito mais comum e de fácil identificação em uma instalação elétrica é a chamada “fuga de corrente elétrica” – ela acontece quando a eletricidade encontra caminhos não convencionais para evadir. O problema, que pode resultar em choques, geralmente ocorre devido ao mau isolamento da fiação, uso inadequado de tomadas, fim da vida útil de algum cabo ou defeito de aparelhos elétricos.

Alguns hábitos aparentemente inofensivos, como o uso do T (multiplicador de tomada), podem, aos poucos, deteriorar o isolamento dos fios. Isso acontece porque o produto multiplica a capacidade da tomada, o que pode gerar o aquecimento do cabo e criar um ponto de fuga.

Se você quer evitar sustos e choques elétricos provenientes da fuga de energia não identificada é indispensável a instalação do interruptor diferencial residual (IDR) no quadro de distribuição. Seu uso é obrigatório desde 1997, segundo determinação da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Para ajudá-lo (a) a identificar se está na hora de revisar as instalações elétricas, nós listamos abaixo algumas observações simples para você ficar atento:

variação na intensidade das lâmpadas;

queima e desarme frequente de fusíveis e disjuntores;

interruptores e tomadas aquecidos;

choque ao encostar na parede, geladeira, torneiras, chuveiros e eletrodomésticos em geral.

Se você gostou de nossas dicas, deixe um comentário ou curta o post.

Artigo escrito por Priscila Cunha

Fontes: Siemens no Brasil, Lugar Certo e Slide Share 

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As ondas que ajudam a medicina diagnóstica

Siemens Medicina DiagnósticaUm dos métodos de exame de diagnóstico (medicina diagnóstica) por imagem mais sofisticados e completos é a Ressonância Magnética.  A imagem por Ressonância Magnética (RM) é, resumidamente, o resultado da interação do forte campo magnético produzido pelo equipamento com os prótons de hidrogênio do tecido humano.

Durante o exame, o gradiente de campo magnético seleciona a área do corpo a ser escaneada. O paciente, ao entrar no túnel, tem seus prótons de hidrogênio alinhados com o campo magnético do equipamento. O equipamento envia um sinal de rádio (ondas semelhantes às que são transmitidas por emissoras FM), que é absorvido pelo corpo. As bobinas de superfície (que são posicionadas no paciente) processam e finalmente convertem estes sinais em uma imagem. Os aparelhos de Ressonância Magnética são capazes de gerar imagens dos órgãos internos de forma detalhada e com alta definição, o que permite maior precisão no diagnóstico médico. Por ser altamente preciso, esse exame pode detectar anomalias, além de permitir a visualização de lesões menores.

Já é possível encontrar no mercado alguns aparelhos que garantem imagens de alta resolução com um sistema mais confortável para o paciente. O equipamento MAGNETOM Aera, por exemplo, possui um espaço de 70 cm de diâmetro para posicionamento do paciente, cerca de 10 cm mais espaçoso do que os demais do mercado. Esta é uma característica que auxilia, principalmente, pacientes claustrofóbicos e obesos a realizarem o procedimento com mais tranquilidade.

O exame de Ressonância Magnética tem o tempo médio de realização de 30 minutos. Alguns são muito silenciosos e, dependendo do exame a ser realizado, é possível utilizar fones de ouvido com música, ver filmes ou fazer outras atividades durante o procedimento.

Artigo escrito por Priscila Cunha

Fontes: Portal Educação e Siemens

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Oásis de ar puro em meio à poluição

ranking brasileiro de cidades mais poluidasUm estudo feito em 2014 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 1.600 cidades pelo mundo apontou quais locais são os campeões em poluição atmosférica. Os 10 primeiros da lista ficam todos na Ásia, sendo Nova Délhi a cidade com o ar mais poluído do mundo.

O estudo mostrou também dados de cidades brasileiras. Você sabia que, por exemplo, o ar do Rio de Janeiro (262ª posição) é pior do que o de São Paulo (652ª)? No Brasil, o primeiro lugar é da paulista Santa Gertrudes, em 175ª posição – culpa de um polo industrial de produção de cerâmica, o principal emissor de poluentes da região.

Projetos para amenizar os efeitos da poluição do ar surgem de todas as partes do mundo, mas um deles, vindo da China, chama a atenção pela ousadia e, porque não, pela esquisitice. O escritório de arquitetura e design sustentável Orproject propõe a criação de grandes bolhas infláveis para cobrir parques e jardins botânicos de Pequim, criando assim microclimas controlados e refúgios de ar puro dentro de uma metrópole conhecida por ter níveis extremos de poluição atmosférica.

As bolhas seriam feitas de um plástico elástico e transparente, com estrutura baseada em formas da natureza, como os desenhos de uma folha ou a asa de uma mariposa. O aquecimento e a refrigeração do espaço seriam controladas por meio de um sistema de troca de calor, sendo que as necessidades elétricas seriam supridas por painéis solares integrados à cobertura.

Para os idealizadores do projeto, o conceito pode hoje ser feito em escala pequena, mas a intenção é cobrir áreas maiores de Pequim. Será que isso daria certo por aqui?

Você tem alguma ideia ou projeto para diminuir a poluição em sua cidade? Conte para nós nos comentários. Quem sabe o seu trabalho também não aparece aqui no blog?

Artigo escrito por Ricardo Millani

Fontes: Época, ArchDaily e Site de Curiosidades

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Telhados verdes: bons para o bolso e para o meio ambiente

Edificios sustentáveis avenida paulistaUm dos prédios mais famosos de São Paulo está de teto novo. O conhecido Edifício Gazeta, localizado na Avenida Paulista, coração de São Paulo, ganhou um telhado orgânico com 700 metros quadrados de vegetação nativa da cidade. Além de ser mais bonito, o novo telhado é uma forma eficiente de reaproveitar o espaço urbano e resgatar espécies da flora que estão ameaçadas de extinção.

Os telhados orgânicos (ou “verdes”) são uma nova opção para amenizar a poluição do ar e colocar um pouco mais de natureza em cidades altamente urbanizadas como São Paulo. Como é praticamente impossível destruir prédios ou casas para criar parques ou jardins, uma das opções é aproveitar espaços inutilizados, como os telhados. Esta opção vem sendo cada vez mais vista na cidade e hoje já é possível encontrar telhados ou paredes verdes em novos edifícios comerciais, bancos, lojas e até na lateral de um prédio próximo ao Minhocão, conhecido ponto “cinza” de São Paulo.

No telhado da Gazeta foram utilizadas espécies nativas do cerrado e da Mata Atlântica, originalmente presente em São Paulo antes da urbanização. Cada planta foi pensada para recriar uma parte do que era a região da Paulista há mais de cem anos. O jardim conta com 130 tipos de árvores, que terão até quatro metros de altura. Além disso, existe uma área reservada para flores e árvores frutíferas, que com o tempo devem atrair animais como pássaros e borboletas.

Os telhados orgânicos não são apenas refúgios verdes em meio ao concreto. Usá-los também permite economia financeira. No caso do telhado da Gazeta, o sistema implantado utiliza até 60% menos água e reduz em até 18°C a temperatura da cobertura, resultando em menor uso de ar condicionado nos andares abaixo e maior conforto térmico para quem visita o telhado. Pelo tipo de espécies usadas, o custo de manutenção também é muito menor do que em um jardim com plantas exóticas.

Artigo escrito por Ricardo Millani

Fonte: CicloVivo e TV Gazeta

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O melhor do blog 1

Recentemente, o blog Respostas Sustentáveis ultrapassou a marca de 23 mil leitores. Para comemorar, relembraremos nos próximos meses alguns dos melhores posts já publicados por aqui nos últimos três anos. Estes são os cinco primeiros:

carro para cadeirante siemensIndependência e mobilidade em rodas

Conheça dois veículos adaptados para o uso por cadeirantes: a handbike, um tipo de triciclo para cadeirantes que é pedalado com as mãos, e o Kenguru, um simpático carrinho elétrico desenvolvido por uma empresa húngara. Ele atinge os 50 km/h e uma de suas vantagens é que o cadeirante nem precisa sair de sua cadeira para poder pilotá-lo. Leia mais.

 

bike de papelãoBicicleta de papelão? Sim, isso é possível

Com apenas nove dólares no bolso, Izhar Gafni usou técnicas de origami para criar uma bicicleta de papelão que suporta até 140 quilos. O israelense aposta que sua invenção será barata e fará muito sucesso, principalmente entre as crianças mais pobres. Leia mais 

 

Taekwon Weirdo Cheonggyecheon

Um rio que passou, mudou e transforma a vida de milhões de sul-coreanos

O rio Cheonggyecheon em Seul, Coreia do Sul, era sinônimo de abandono e degradação há pouco mais de dez anos. Mas em 2003 um projeto de restauração ambicioso que é referência internacional saiu do papel e renovou completamente sua paisagem, para a sorte dos mais de 10 milhões de habitantes da cidade. Leia mais.

 

Fib_topoA medida da felicidade

Você conhece o conceito de Felicidade Interna Bruta, o FIB? Criado pelo rei do Butão, um pequeno país situado entre a China e a Índia, ele mede o grau de bem-estar dos habitantes de um país com base em valores importantes como saúde, educação, bem-estar mental e acesso à cultura. Leia mais.

 

 

Academia_diferente_SiemensUma academia diferente
A Greenasium é uma academia de San Diego, nos Estados Unidos, onde a energia gerada pelos movimentos dos frequentadores nos aparelhos é transformada em energia elétrica para consumo da própria academia. Leia mais.

 

 

 

Você quer ler novamente alguma matéria já publicada por aqui? Qual? Conte para nós nos comentários.

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7 dicas simples para a indústria economizar energia

Economia de energia industria SiemensO Brasil é um dos maiores produtores e consumidores de energia elétrica no mundo. De acordo com dados de 2013 levantados pela EPE (Empresa de Pesquisa Energética, órgão ligado ao Ministério das Minas e Energia) no mais recente Balanço Energético Nacional (BEN 2014), o país tem 610 TWh de capacidade elétrica instalada, sendo que, deste valor, mais de 70% são provenientes de usinas hidrelétricas.

Apesar da grande capacidade energética, os baixos índices de chuva nos reservatórios de usinas hidrelétricas aumentaram o risco real de um racionamento no centro-sul do país. Nestes casos, para amenizar a situação, não basta só o consumidor comum economizar energia. As indústrias também precisam fazer a sua parte, pois o setor industrial é o que mais consome energia elétrica no Brasil, correspondendo a 34,4% do uso, segundo o BEN 2014.

Se economizar em casa não é difícil, na indústria também não. Bastam apenas alguns cuidados simples para que o uso de energia nas indústrias seja menor:

1- Desligue os motores das máquinas quando estas não estiverem operando;

2- Utilize lâmpadas mais eficientes e adequadas para cada tipo de ambiente. Lâmpadas de vapor de sódio, por exemplo, são mais eficientes do que as de vapor de mercúrio ou as mistas;

3- Abuse de recursos que aumentem a iluminação natural: telhas translúcidas, janelas amplas e ambientes pintados com cores claras;

4- Ligue a iluminação somente onde não haja iluminação natural suficiente e desligue-a sempre que os locais estiverem desocupados;

5- Nos refrigeradores, faça o degelo periódico ou sempre que a camada de gelo atingir a espessura de 1 cm, pois ela funciona como um isolante que dificulta a troca de calor. Além disso, regule sempre o termostato para que a temperatura de armazenamento se mantenha constante;

6- Discipline o uso de cafeteiras, ebulidores, calandras, etc., de forma a evitar desperdícios;

7- Sempre que puder, utilize aparelhos elétricos fora do horário de pico: das 17h30 às 20h30.

Você pode conferir mais dicas de economia para a indústria no site da Coelce (Companhia Energética do Ceará):

E você, já está economizando em sua casa ou empresa? Tem alguma dica valiosa de economia de energia? Compartilhe conosco nos comentários.

Artigo escrito por Ricardo Millani

Fontes: CicloVivo

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A torre mais famosa do mundo vai ficar mais verde

paris Siemens SustentávelUm dos pontos turísticos mais visitados do mundo se tornará em breve um exemplo de sustentabilidade.

O primeiro andar da Torre Eiffel, em Paris, está passando por uma grande restauração até o final de 2014 e ganhará uma série de medidas para diminuir sua pegada ecológica. Entre as novidades estão a instalação de painéis solares, turbinas eólicas e um novo sistema de reaproveitamento da água das chuvas a ser usado nos banheiros.

O projeto teve início em 2012 e custou quase 25 milhões de euros. Ele inclui a reconstrução dos pavilhões Ferrié, onde se encontram restaurantes e lojas, e a construção de um museu ao ar livre, um anfiteatro para 200 pessoas, salas de conferência e um piso transparente a 57 metros do chão, que permite aos mais de sete milhões de visitantes enxergarem a cidade por um ângulo diferente.

Os painéis solares e as turbinas eólicas produzirão energia limpa para manter os sistemas de aquecimento, o módulo de filtragem da água da chuva e a iluminação da torre, que será 95% composta de lâmpadas de LED. O objetivo é melhorar o desempenho energético em até 30%.

A revitalização da Torre Eiffel não é apenas um belo projeto de arquitetura. É a prova de que até estruturas centenárias podem se adaptar a um futuro cada vez mais verde sem prejuízos ao seu visual e estrutura. É só investir!

Quais pontos turísticos brasileiros poderiam receber sistemas sustentáveis como os da Torre Eiffel? Deixe sua opinião nos comentários.

Artigo escrito por Ricardo Millani

Fontes: CicloVivo, Worldcrunch e Arch Daily

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