Práticas industriais para redução do consumo de água

Consumo consciente é a palavra da vez! Ainda mais quando falamos de água, substância fundamental para sobrevivência. Apenas 0,3% da água no planeta é potável e, segundo o Programa Hidrológico Internacional da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), de todo potencial existente na Terra, cerca de 22% é utilizado pela indústria.

Siemens_ Dicas para economia de agua na industria

Segundo o Sebrae, uma torneira pingando pode desperdiçar cerca de 46 litros de água por dia

É comum o alto consumo de uma empresa estar ligado a vazamentos em conexões, reservatórios e tubulações. O Sebrae aponta, em um de seus estudos, que uma torneira pingando pode desperdiçar cerca de 46 litros de água por dia, o que equivale a 16,5 mil litros/ano. As torneiras automáticas são capazes de reduzir 40% desse desperdício.

As tecnologias para monitorar a planta de uma organização, os procedimentos e processos produtivos são fundamentais para minimizar o uso do elemento. De acordo com o site EHow, uma fonte potencial de economia é o sistema de lavagem utilizado pelas indústrias na remoção de contaminantes de equipamentos e produtos. Alterações na forma como os enxagues são feitos, combinados com a utilização de sistemas de fluxo intermitente, ao invés de sistemas de fluxo contínuo, resultam em uma significativa redução da utilização de água nestes procedimentos.

Para garantir a economia do recurso, uma grande empresa que utiliza cerca de 450 milhões de litros de água mensalmente  sentiu a necessidade de buscar uma solução para reduzir o impacto desse consumo. Para isso, ela recorreu ao projeto Aquapolo Ambiental - a maior iniciativa de água de reuso para fins industriais do Brasil, que você pode conhecer pelo vídeo abaixo.

 

 

Como curiosidade, na agricultura uma das técnicas para redução do impacto é fazer o descarte adequado de embalagens de defensivos agrícolas. Segundo o Instituto Nacional de Processamento de Embalagens (inpEV), de 2002 a 2013, a logística reversa dessas embalagens evitou um consumo equivalente a 42 milhões de caixas de água com mil litros cada.

Combinar os esforços do cidadão para diminuir o uso da água na vida doméstica, com os da indústria é um caminho para alcançarmos uma significativa redução não somente de água desperdiçada, mas também da energia empregada para a limpeza e purificação do recurso. Pense nisso e não deixe de fazer a sua parte.

Artigo escrito por Priscila Cunha

compartilhe

Os segredos de quem nunca adoece

banner_saude_tecnologia
Os grandes avanços da medicina na cura e prevenção de doenças e a tecnologia cada vez maior dos equipamentos médicos estão ajudando o homem a viver cada vez mais. Mas não são só as descobertas e a tecnologia que nos proporcionam uma boa saúde.

A alimentação, a prática de exercícios físicos, a rotina diária e, claro, a genética, também interferem – e muito – na qualidade de vida de uma pessoa.

Mas será que existe um guia definitivo, um caminho certo para se ter mais saúde e nunca adoecer?

Foi pensando nisso que o escritor e jornalista Gene Stone visitou cinco comunidades em cinco países diferentes e descobriu com eles 50 segredos de saúde, registrados no livro Os Segredos das Pessoas que Nunca Ficam Doentes, um best-seller nos Estados Unidos e lançado há alguns anos no Brasil. Confira abaixo algumas dicas retiradas do livro:

1.  Beba água mesmo sem ter sede

A água é um combustível do corpo humano. Sem ela, todo o organismo sofre. Por isso, beba mais água, não só para matar a sede, mas também para manter o sistema renal em dia, evitando a concentração de urina e de cristais que podem formar pedras nos rins. A água também aumenta a sensação de saciedade, o que evita o aparecimento constante de compulsões alimentares que podem levar ao sobrepeso e a outros problemas de saúde. Como alternativa à água, beba também sucos naturais, chás e água de coco.

2.  Vá ao dentista regularmente                 

A boca reflete a saúde do organismo e, por isso, é importante deixar que um profissional a examine a cada seis meses. Diabetes, lesões cancerígenas e até alterações hormonais podem ser descobertas em uma única consulta. Além disso, o tratamento das cáries deixa o organismo mais protegido contra infecções que podem se disseminar em órgãos vitais como o coração, rins e pulmões.

3.  Coma mais vegetais                

Ingerir mais produtos de origem vegetal é uma das medidas mais significativas na prevenção de doenças crônicas, pois frutas, legumes e verduras possuem muito mais vitaminas, antioxidantes, boas gorduras e fibras do que alimentos industrializados. Não é à toa que quatro das cinco comunidades visitadas por Gene Stone consumiam altas quantidades destes alimentos.

4.  Aprenda a planejar                

Viver sempre estressado ou nervoso é extremamente prejudicial à saúde, principalmente aos sistemas nervoso, hormonal e imunológico. Uma boa maneira de controlar o nervosismo é se planejar com antecedência, não deixando todos os compromissos para a última hora. Alguns truques e uma boa organização pessoal podem erradicar a tensão. Experimente, por exemplo, anotar suas atividades e compromissos pendentes em uma listinha e leve-a sempre consigo.

5.  Fracione a dieta                

Comer mais vezes ao dia e em porções menores é um jeito inteligente de manter o peso estável. Jejuns prolongados dão uma fome tão grande que fica fácil exagerar na hora das refeições. Por isso, coma em intervalos de três em três horas, não se esquecendo de optar por alimentos saudáveis, claro. Ao dividir a alimentação diária em cinco ou seis refeições, você também facilita o processo de digestão e ajuda o seu intestino, evitando sobrecargas.

Você tem algum conselho legal para viver com mais saúde? Conte para nós nos comentários.

 

Artigo escrito por Ricardo Millani

Fonte: Revista Viva Saúde

compartilhe

Hiper-realismo, da arte que provoca à tecnologia industrial

O hiper-realismo (fruto do fotorrealismo) é muito utilizado nas mais diversas formas de arte, desde a segunda metade do século XX, com o propósito de aproximação extrema à realidade. Ele trabalha minuciosamente os detalhes de um elemento para alcançar uma alta definição de imagem do objeto representado.

Graças à evolução da tecnologia, como o surgimento de novas câmeras fotográficas e softwares gráficos, as representações hiper-realista são mais palpáveis, alcançam uma ilusão de realidade maior e, consequentemente, proporcionam maior emoção. A modalidade é cada vez mais explorada.

img_hiper_realismo

Além das obras artísticas que nos trazem reflexão, agora as áreas de entretenimento, como a de games e filmes, e diversos segmentos da indústria também se apropriam do conceito. Um artista que explora isso e está em destaque, atualmente, é o escultor australiano Ron Mueck. Suas esculturas gigantes foram expostas no Brasil no primeiro semestre desse ano.

Mueck chegou a trabalhar para a indústria do cinema – um de seus trabalhos pode ser visto no filme Labirinto, com David Bowie.

 

 

Veja o quão impressionante são suas esculturas no making off de uma de suas exposições:

Quando assistimos a um filme de animação gráfica e ficamos maravilhados com os efeitos, não nos damos conta do quanto é trabalhoso reproduzir as coisas simples do dia a dia como de fato são. Recentemente, para a criação do filme Frozen,  foi desenvolvida uma nova forma digital para simular o comportamento da neve e os resultados são incríveis.

As simulações hiper-realistas ainda podem nos ajudar na resolução de problemas simples do dia a dia. Um exemplo disso é o simulador de ônibus, o primeiro do País, para treinar motoristas e instrutores de empresas do Rio de Janeiro.Veja como ele funciona aqui.

Gostou dos exemplos dados? Eles não param por aí. Como acabamos de ver, a utilização do conceito extrapola os gêneros artísticos. Ele vai longe e chega até a área de desenvolvimento de tecnologias para a solução de problemas industriais.

Para a indústria, as plataformas hiper-realistas são estratégicas para a otimização de tempo e recursos, para reduzir as “tentativas e erros”, ganhar qualidade nos produtos e evitar frustrações.

Muitos segmentos já utilizam esses recursos em suas linhas de produção. Algumas indústrias do setor automobilístico, por exemplo, utilizam a plataforma Tecnomatix® da Siemens para realizar simulações hiper-realistas em computador com o objetivo de treinar os colaboradores nas montagens de automóveis.

Você gostaria de compartilhar outros exemplos conosco? Caso sim, deixe suas indicações no campo de comentário. Nós vamos adorar.

Artigo escrito por Priscila Cunha

Fontes:  Fondation Cartier pour l’art contemporain, G1, Info escola, O Globo, Siemens

compartilhe

Como a tecnologia está tornando o esporte mais seguro

Esportes com forte contato físico, como rúgbi, boxe, MMA e futebol americano, apresentam enormes riscos à integridade do corpo, principalmente na parte óssea. O local mais sensível aos choques é a cabeça e, por isso, qualquer proteção ou cuidado extra nesta parte do corpo é sempre muito bem-vindo.

Hoje, quando jogadores de futebol americano sofrem pancadas na cabeça, apenas uma rápida inspeção visual feita pelo técnico ou pelo médico da equipe avalia se é possível ou não voltar ao campo. Mas ainda não é o melhor método para uma fabricante de capacetes da principal liga de futebol americano.

capacete Inteligente

Um novo capacete em desenvolvimento conta com uma tecnologia que medirá com precisão a força das pancadas na cabeça e enviará os dados em tempo real a um dispositivo nas mãos do técnico e do médico fora do campo. Os medidores ficarão dentro de uma camada flexível, que também visa reduzir os impactos. No caso de um choque mais severo, o capacete emitirá um alerta indicando que o jogador deverá ser examinado o mais rápido possível.

Porém, o fabricante alerta que o capacete não deve ser visto como um exame definitivo, mas sim como o primeiro indício da intensidade da pancada. Afinal, nada fornece diagnósticos tão precisos e completos quanto uma tomografia ou um exame de raio-x.

A expectativa é que o capacete chegue ao mercado no meio deste ano, a tempo para a volta da temporada americana em setembro.

Para você, em quais outros esportes a tecnologia seria muito bem-vinda? Deixe sua opinião nos comentários.

Com CNN

Artigo escrito por Ricardo Millani

compartilhe

Siemens nas redes sociais