Como a tecnologia está tornando o esporte mais seguro

Esportes com forte contato físico, como rúgbi, boxe, MMA e futebol americano, apresentam enormes riscos à integridade do corpo, principalmente na parte óssea. O local mais sensível aos choques é a cabeça e, por isso, qualquer proteção ou cuidado extra nesta parte do corpo é sempre muito bem-vindo.

Hoje, quando jogadores de futebol americano sofrem pancadas na cabeça, apenas uma rápida inspeção visual feita pelo técnico ou pelo médico da equipe avalia se é possível ou não voltar ao campo. Mas ainda não é o melhor método para uma fabricante de capacetes da principal liga de futebol americano.

capacete Inteligente

Um novo capacete em desenvolvimento conta com uma tecnologia que medirá com precisão a força das pancadas na cabeça e enviará os dados em tempo real a um dispositivo nas mãos do técnico e do médico fora do campo. Os medidores ficarão dentro de uma camada flexível, que também visa reduzir os impactos. No caso de um choque mais severo, o capacete emitirá um alerta indicando que o jogador deverá ser examinado o mais rápido possível.

Porém, o fabricante alerta que o capacete não deve ser visto como um exame definitivo, mas sim como o primeiro indício da intensidade da pancada. Afinal, nada fornece diagnósticos tão precisos e completo quanto uma tomografia ou um exame de raio-x.

A expectativa é que o capacete chegue ao mercado no meio deste ano, a tempo para a volta da temporada americana em setembro.

Para você, em quais outros esportes a tecnologia seria muito bem-vinda? Deixe sua opinião nos comentários.

Com CNN

Artigo escrito por Ricardo Millani

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Lixeiras cada vez mais high-tech para um mundo cada vez menos poluído

Quem mora em centros urbanos sabe, acordar com o barulho do caminhão de lixo não é bacana. Sam Saha, um desenvolvedor de software que vive em Nova York, também se incomoda com o fato, que é inevitável mesmo quando não há muito o que o caminhão recolher. Pensando nisso, Saha criou um sensor que avisa quando a lata de lixo está realmente cheia.

A solução projetada funciona por meio de um sonar que mede o nível relativo de lixo na lata e, através de sinal Bluetooth de baixo consumo energético, transmite os dados. Quando um smartphone equipado com receptor Bluetooth estiver ativado perto da lata, um aplicativo de lixo inteligente aparecerá no aparelho e os telefones receberão os dados que são enviados para a nuvem. O projeto tem baixo custo, cerca de $15,00, porém Sam esclarece que, para funcionar, é necessário criar uma rede de pessoas que estejam disponíveis a coletar os dados.

Foto: Marcus Wohlsen/WIRED

 

Sustentabilidade Siemens

Fonte: Divulgação/ Inova Gestão de Serviços Urbanos

Além de Saha, empresas e pessoas de outros lugares no mundo também estão desenvolvendo soluções semelhantes. Já há dois anos, cerca de 150 mil lixeiras instaladas na capital paulista contam com chips que enviam informações para as empresas de limpeza saberem se elas estão cheias ou se sofreram vandalismo.

A prefeitura da cidade de Inverness, localizada no Reino Unido, testou uma lixeira inteligente, batizada de “BigBelly”, para a manutenção da limpeza das ruas. A BigBelly, além de mandar e-mail para avisar sempre que estiver cheia, possui um sistema de compactação embutido – que funciona periodicamente para manter o lixo ocupando o menor espaço possível-, e possui sensores que avisam o usuário para procurar outra unidade caso ela já esteja cheia.  O melhor é que, para fornecer energia para todo o funcionamento da lixeira durante um mês, bastam oito horas de exposição à luz do sol. Segundo a fabricante, o alto custo, cerca de oito mil reais por unidade, é justificado pela economia que ela traz, já que a logística necessária para a manutenção é mais eficiente.

 

 

 

Lixeira do futuro siemensRecentemente, cinco pontos da cidade de São Paulo receberam essas lixeiras (Alameda Lorena, Rua Peixoto Gomide, Bela Cintra, Alameda Tietê e Rua Oscar Freire).

Todas essas soluções, por mais simples ou sofisticadas que sejam, têm propósitos positivos: eficiência econômica e ecológica. Elas podem melhorar a logística das rotas de recolhimento do lixo e reduzir o número de viagens, o que evita o desperdício de combustível e diminui a poluição por CO2.

 

E você, tem pensado em soluções para um mundo menos poluído e barulhento? Se você não é tão criativo, não se preocupe, basta cumprir com o seu papel de cidadão.

 

Artigo escrito por Priscila Cunha

 

Fontes: Tecmundo, Intelog, Catraca Livre, Tratamento de Água e Wired

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Ventos brasileiros poderão ser responsáveis por 8% de toda energia gerada no País em 2018

O uso da energia eólica no Brasil ainda é tímido, mas finalmente está deixando de ser um mero complemento na matriz energética brasileira. Pouco mais de dez anos após a criação do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa) – programa que garante investimento em pequenas centrais hidrelétricas, biomassa e energias eólica e solar- ela já é a segunda fonte de energia mais competitiva no País.

O relatório anual de energias renováveis (REN21_Global Status Report 2013) aponta que o País apresentou, em 2012, taxa de crescimento de 66% na produção de energia eólica. O material ainda indica a nossa liderança no ranking mundial de ampliação da capacidade instalada de produção eólica.

Fonte: http://tribunadonorte.com.br/eolica/

Fonte: http://tribunadonorte.com.br/eolica/

Siemens-Brasil-2

Fonte: http://tribunadonorte.com.br/eolica/

De acordo com a presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), Elbia Melo, em entrevista para o Jornal do Comércio (RS), 2013 foi um ano em que a eólica cresceu muito em contratação. Foram realizados três leilões para contratação de energia alternativa, e a eólica respondeu por mais da metade (4,7GW) do total contratado (7,7GW).

Os dados da ABEEólica nos mostram que, ao considerarmos o número de geradoras existentes, as instalações em construção e os projetos apresentados, os ventos brasileiros devem ser responsáveis pela geração de 18 mil megawatts (MW) em 2018, ou 8% de toda a energia produzida no país. Esse crescimento possibilita o salto da oitava posição para a quarta entre as principais fontes de energia do país.

Conheça os benefícios, ambientais e sociais, que a geração desse tipo de energia pode proporcionar:

 

Artigo escrito por Priscila Cunha

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Tecnologia andando a passos largos

Siemens Brasil 2014

Quando ficamos sabendo de uma nova tecnologia, independentemente do campo científico, logo pensamos em como ela poderá beneficiar as gerações futuras. Mas um grupo de pesquisadores pensou ao contrário:

Uma tecnologia revolucionária que, quando pronta, também beneficiará as gerações passadas.

 

Como parte do projeto europeu DALi (Dispositivos para uma Vida com Assistências, em tradução livre), os pesquisadores estão desenvolvendo um andador inteligente para idosos, capaz de verificar o ambiente ao seu redor e orientar o caminho mais seguro para quem o usa, como se fosse um GPS.

 

Siemens Brasil

Com o uso de dois braceletes, o andador enviaria vibrações aos braços, orientando a pessoa a seguir para o lado de onde vem a vibração (para a esquerda se for no braço esquerdo, para a direita se for no lado direito).

Equipado também com uma tela touchscreen, uma câmera e um sensor de movimentos, o andador funcionaria como os “olhos” do idoso, orientando-o a fugir de obstáculos e buracos no chão, reconhecendo placas e até o guiando para o caminho mais curto e seguro até o banheiro em um shopping ou para a padaria mais próxima. A expectativa é de que o primeiro protótipo do andador seja apresentado no começo de 2015.

No futuro, essa tecnologia poderá ainda ser adaptada em máquinas, como por exemplo, empilhadeiras. Equipadas com os mesmos sensores, elas poderiam se locomover sozinhas pelos galpões, desviando de pessoas e até interagindo com outros objetos.

 

Siemens Brasil 2014 2

Para quais outras necessidades você acha que esta tecnologia poderia ser aplicada? Deixe sua opinião nos comentários.

 

Artigo escrito por Ricardo Millani

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