Desvendando mitos da tecnologia

Como será o mundo daqui a 10, 20 ou 50 anos? Muito se especula sobre as possibilidades disponíveis num futuro não muito distante. E, para desvendar os mitos da tecnologia mais populares, especialistas avaliam os casos e dão sua resposta. Confira:

Carros voadores: Carl Dietrich, um dos fundadores da empresa Terrafugia – que apresentou o modelo de carro-voador TF-X -, acredita que toda a tecnologia necessária para este tipo de veículo já existe e diz que as discussões iniciais com a Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos indicam que os obstáculos regulatórios existentes, como o estabelecimento da altitude máxima de voo dos veículos, podem ser superados em breve.

Carros do futuro

 
Singularidade tecnológica: e quanto aos avanços com a inteligência artificial que tanto vemos em livros e filmes de ficção científica? Futuristas como Raymond Kurzweil têm dito que vamos nos aproximar da singularidade tecnológica (quando a inteligência artificial superar a inteligência humana) em 2030.

Inteligencia artificial

Teletransporte: se você quisesse se teletransportar, o processo seria o seguinte: as informações do seu corpo seriam copiadas, transmitidas para outra localização e seu corpo original seria destruído – ou seja, você provavelmente morreria no processo, mesmo que conseguissem transmitir seus “dados”. Uma equipe da Universidade de Leicester calculou quantos “dados” compõem o cérebro humano, baseando-se na quantidade de informações (em bits) contida no DNA de cada célula. O resultado foi 2,6 x 10⁴² bits, ou seja, em uma conexão de alta velocidade, seriam necessários 4,85 x 10¹⁵ anos (350 vezes a idade atual do universo) só para teletransportar seu cérebro. Imagine quanto levaria para fazer o mesmo com o corpo todo!

Teletransporte

Quais outros mitos tecnológicos você gostaria de ver desvendados por especialistas? Deixe sua sugestão nos comentários!

Artigo escrito por Paula Neiva

Fontes: Climatologia Geografica, Guiky, Terra Tecnologia, WikipediaHypescience

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Saiba tudo sobre o ciclo de vida dos produtos e seus benefícios

shutterstock_205838935Sabe aquela blusa que faz sucesso na novela e está em todas as lojas? Antes disso, ela estava mais barata e você nem a via tanto por aí. Este é um bom exemplo para falar sobre o ciclo de vida dos produtos, que envolve lançamento, crescimento, maturidade e declínio. A duração de cada fase varia e sofre influência de uma série de fatores e características do mercado.

O ciclo de vida dos produtos normalmente acontece da seguinte forma: o item é lançado no mercado, começa a ser consumido pelo público e o lucro aumenta. Aí, vem o período de estabilidade, sem aumento nas vendas, seguido do declínio desse movimento. Nesta última fase, é preciso fazer promoções para liberar o estoque e usar o lucro para reinvestir!

Fazer a gestão desse processo é um dos maiores desafios dos fabricantes e vendedores de bens de consumo. É preciso ter cuidado na hora de medir o tempo de cada fase do ciclo. Para isso, uma boa estratégia é comprar mais vezes em menor quantidade e evitar estoque encalhado. No mundo da moda, por exemplo, a blusa de sucesso na novela deve ser consumida rapidamente ( Leia mais sobre consumo consciente aqui), pois logo aparece outro item de desejo.

Você pode sair da loja hoje, com o último modelo de celular de uma determinada marca, pagando um alto preço. Em meses, é lançado outro e você verá o seu baratear consideravelmente. Para os aficionados em tecnologia, pode valer a pena. Se não é o seu caso, pode ser mais interessante comprar o modelo anterior.

Para não perder a venda, a sintonia entre os personagens do processo é imprescindível. Benefício ao negócio? Produzir sempre, ajustando a quantidade à demanda e minimizando desperdícios. Já o consumidor, deve ficar atento aos preços, que variam em cada etapa e ficam mais baixos nos períodos de promoção. Você presta atenção? Compartilhe.

Artigo escrito por Érica Brasil

Fonte: Sebrae-SP

 

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Entenda como a tecnologia contribui com performance de atletas olímpicos

legado olimpicoCom determinação, disciplina e dedicação, atletas olímpicos conseguem resultados impressionantes. O velocista jamaicano Usain Bolt, por exemplo, é recordista e atinge 44,7km/hora. Já pensou? Os concorrentes dele precisam – literalmente – correr atrás do prejuízo. Não só eles, como outros atletas contam com os avanços tecnológicos e da ciência para alcançar excelência na performance.

Empresas de artigos esportivos trabalham para colaborar com o aumento da velocidade, a redução dos impactos ou mesmo acelerar a evaporação do suor dos tecidos. Mas, não para por aí! O preparo técnico se beneficia de toda essa tecnologia, com treinos e rotinas superpersonalizados, que ajudam, inclusive, a prevenir e tratar lesões. Já ouviu falar da avaliação biomecânica? O atleta é filmado por um programa que faz a análise minuciosa de todo o movimento e detecta alterações que podem prejudicar o desempenho.

Todo esportista pode fazer o teste e os resultados permitem a elaboração de tratamento específico. Como o corpo é inteligente, se estimulado da forma correta, corrige-se e aprimora-se naturalmente.

Aparelhos portáteis, como os relógios inteligentes, são verdadeiras promessas da tecnologia para encantar os adeptos aos esportes. Já existem modelos com GPS, que emitem relatórios de desempenho e medem a qualidade do sono, tudo interligado com o smartphone.

Alguns atletas também contam com uma meia com um dispositivo acoplado que monitora o nível de lactato (fonte de energia produzida pelo organismo). Conhecer as variações dos níveis dessa substância no corpo é útil na elaboração da melhor rotina de treinamento. E aí, o que você acha disso? Conte pra gente.

Artigo escrito por Érica Brasil

Fontes: Olhar Digital, TecMundo e GloboEsporte

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5 conselhos para ir bem em matemática

MatematicaVocê que é estudante de Engenharia sabe muito bem que a matemática anda sempre de mãos dadas com a sua área. Compreendê-la e saber utilizá-la nos estudos e na prática é essencial para a formação de qualquer engenheiro. Porém existem pessoas que possuem grande dificuldade com a matéria, o que chega a ser um verdadeiro “tiro no pé” para um estudante de exatas.

Sabendo disso, o blog Respostas Sustentáveis separou algumas dicas simples para facilitar seus estudos de matemática que vão tornar este bicho de sete cabeças muito mais fácil de ser domado. Confira:

Pratique muito: Além de compreender regras e teorias, para aprender matemática você terá que fazer muitos e muitos exercícios. Quanto mais você praticar, mais facilidade terá para resolver qualquer problema. Por isso, faça o maior número possível de exercícios antes de uma prova. E que tal começar agora? Clique aqui , resolva alguns exercícios e teste seus conhecimentos na matéria.

 

Reveja seus erros: Quando você está praticando com exercícios, é muito importante verificar os resultados. Se você errar, examine o processo em detalhes para saber onde errou e tente até acertar. Isso ajudará você a não errar das próximas vezes.

 

Tire suas dúvidas: Muitas vezes, quem tem dificuldade em matemática pode não entender alguns problemas. O que é comum nestes casos é simplesmente ignorá-los e ir para os próximos. No entanto, é aconselhável esclarecer todas as dúvidas que você tem, seja com seus colegas ou professores. Um bom jeito de fazer isso é estudando em duplas ou grupos.

 

Crie um dicionário: Crie um pequeno dicionário com o maior número possível de fórmulas e conceitos para que você possa consultar sempre que surgir dúvidas.

 

Aplique a matemática na sua rotina: A matemática já faz parte da nossa rotina, mas, na medida do possível, tente aplicar a matemática da engenharia para o mundo real. Por ser uma matéria muito abstrata, olhar para a aplicação prática pode ajudar a mudar sua perspectiva sobre ela e assimilá-la de forma diferente.

Neste link você confere ainda outros conselhos para melhor lidar com a matemática. E se você conhecer outras dicas interessantes, não se esqueça de compartilhar conosco nos comentários!

Artigo escrito por Ricardo Millani

Referências: Examtime e Blog da Engenharia

 

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As cidades mais e menos preparadas para o futuro

sIEMENSDiversos estudos já apontaram que, em 2050, mais da metade da população global (ou 2 entre 3 pessoas no mundo) viverá em cidades. Por isso, é importante que cada uma delas esteja mais do que preparada para receber tantas pessoas, investindo em recursos básicos, como saúde e educação, mobilidade urbana, infraestrutura de água, gás e energia, entre outros.

Pensando nisso, um estudo feito por uma consultoria analisou 50 grandes metrópoles do mundo para avaliar sua “resistência”, ou seja, como elas reagiriam ao receber tantas pessoas. Como elas iriam lidar com os problemas econômicos, sociais e ambientais? Estariam preparadas para proteger seus cidadãos e manter a qualidade de vida?

Para definir a “resistência”, foram levados em conta dois fatores: a vulnerabilidade e a capacidade de adaptação e reação das cidades. As metrópoles mais resistentes têm melhor infraestrutura, planejamento, governança, mais força da comunidade e lidam melhor com o clima e o meio ambiente; as que são menos sofrem com a desigualdade, infraestrutura precária, degradação ambiental e uma política instável.

Cidades canadenses, americanas e europeias dominam a lista e provam que estão preparadas para o futuro. Entre as piores, estão cidades da Ásia, África e América Latina. Rio de Janeiro e São Paulo figuram entre as 10 menos resistentes.

Confira agora quais são as cinco cidades mais e menos resistentes:

As mais resistentes:

1º lugar: Toronto (Canadá)

2º lugar: Vancouver (Canadá)

3º lugar: Calgary (Canadá)

4º lugar: Chicago (Estados Unidos)

5º lugar: Pittsburgh (Estados Unidos)

As menos resistentes:

1º lugar: Daca (Bangladesh)

2º lugar: Jacarta (Indonésia)

3º lugar: Cairo (Egito)

4º lugar: Manila (Filipinas)

5º lugar: Mumbai (Índia)

E a cidade onde você vive? Está preparada para o futuro? Deixe sua opinião nos comentários.

Artigo escrito por Ricardo Millani

Referências: Exame e Grosvenor

 

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A comida vai acabar? Se depender da tecnologia, não

siemens alimentos

 

Resistir à tecnologia faz bem? Depende! A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) afirma que em 2050 pode faltar alimento no mundo. Especialistas apostam que o Brasil, 3º maior exportador do mundo, pode suprir parte desta demanda e até liderar a produção mundial de alimentos se investir em áreas estratégicas que aumentem a produtividade e evitem o desperdício. Ao mesmo tempo, há críticas aos defensivos agrícolas que, por sua vez, são fruto dos investimentos em tecnologia.

De acordo com a FAO, o uso dos defensivos agrícolas pode evitar a perda de até 40% dos alimentos que estão à nossa disposição. Dados do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) mostram que esse nível de produtividade permitiu, desde a década de 70, a redução do custo da cesta básica pela metade.

Richard Archer, chefe do Instituto do Alimento da Universidade de Massey, na Nova Zelândia, aposta que teremos que mudar a nossa dieta em menos de 30 anos devido à escassez de alimentos e que a saída está nos alimentos processados, mas nutritivos. Já existem também equipamentos 3D, que prometem imprimir refeições. A ideia é que elas venham em forma de cápsulas, sem calorias e também liberem os nutrientes conforme a necessidade.

A produção atual de alimentos está cada vez mais cara e os recursos (leia mais aqui) não estão dando conta. O grande desafio para a indústria é encontrar uma forma de fazer tudo isso, sem abalar o sabor e o valor nutricional, preservando a saúde dos consumidores. O que será que vem por aí?

Artigo escrito por Erica Brasil

Fontes: Mega Curioso , Rural Centro e Rural BR

 

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Nanotecnologia e a construção do futuro a partir dos átomos

Untitled1Você já deve ter ouvido a expressão “tamanho não é documento”, certo? No caso da nanotecnologia, não é mesmo. Ela estuda os átomos, partículas até 50 mil vezes menores do que a espessura de um fio de cabelo e a sua manipulação pode ser a solução para grandes problemas do mundo. Richard Feynman, físico teórico americano, foi o primeiro a falar sobre isso, em 1959, mas foi só a partir de 2000 que começaram as pesquisas mais consideráveis sobre o tema. E ainda hoje o desafio é grande.

A expectativa é de que essa tecnologia colabore em diversas áreas, facilitando a vida e trazendo mais qualidade de vida. Na medicina, por exemplo, os efeitos dos remédios podem ser direcionados exatamente para onde o corpo precisa, com dosagens menores e menos efeitos colaterais. Outro exemplo, da Universidade da Califórnia, usa microrrobôs para tratar o câncer, matando apenas as células necessárias. A nanotecnologia também está em alguns tecidos, equipamentos médicos, cosméticos, limpadores de piscinas, etc. Aqui no Brasil, ela ainda está engatinhando. Em 2013, foi inaugurada a Iniciativa Brasileira de Nanotecnologia (IBN), que visa promover seu desenvolvimento científico e tecnológico.

Para se desenvolver, a nanotecnologia ainda tem alguns entraves e levanta muitas discussões sobre algumas questões, como a toxicidade da tecnologia e os impactos ambientais e econômicos causados pelos nanomateriais. E você? Acha que partículas tão pequenas podem fazer a diferença no futuro?

 

Fontes: TechTudo e Olhar Digital

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Conheça algumas soluções curiosas baseadas nas funcionalidades das teias de aranha

tecnoligias baseadas na teia de aranha

 

As teias de aranha são um verdadeiro feito da engenharia natural. Elas são conhecidas por serem muito mais fortes do que o aço, pelas grandes propriedades adesivas e por serem tão flexíveis quanto uma corda de bungee jump. Há alguns anos, cientistas vêm desenvolvendo soluções curiosas inspiradas nos superpoderes das teias. Conheça agora quatro delas:

  •  Colete à prova de balas

Pesquisadores desenvolveram um colete à prova de balas feito à base de teias de aranha misturadas com seda artificial. O colete foi capaz de repelir tiros disparados de armas calibre 22, mas com a velocidade dos projéteis reduzida. A roupa, no entanto, continha apenas 4 camadas de material, enquanto que um colete normal conta com 33 camadas de proteção.

  •  Curativos

As teias de aranha podem ser utilizadas como alternativas muito válidas aos curativos tradicionais, graças à sua capacidade de proporcionar uma boa estrutura para a reconstrução da pele e ajudar na regeneração dos tecidos. Além disso, alguns tipos de teia podem apresentar até propriedades antibacterianas.

  •  Ligamentos

Quando um ligamento do joelho se rompe, usa-se o pedaço de um tendão de outra parte do corpo como “matéria-prima” para um novo. Entretanto, uma solução alternativa pode ser a utilização de teias de aranha. Grupos de pesquisa têm trabalhado no desenvolvimento de ligamentos artificiais criados com proteínas da teia que teriam tamanho, formato e elasticidade iguais aos normais.

  • Coletor de água

As teias de aranha também são capazes de coletar a água presente no ar. Pensando nisso, cientistas chineses estão criando grandes redes compostas por fibras que reproduzem a estrutura microscópica das teias, tornando-as capazes de coletar água tanto em locais úmidos quanto em grandes altitudes. A técnica, que já é utilizada na costa dos Andes (América do Sul), poderá ser utilizada em locais afetados por grandes secas.

Você conhece outras tecnologias inspiradas na engenharia natural ? Compartilhe conosco nos comentários!

Artigo escrito por Ricardo Millani

Fontes: Tecmundo e G1

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Os aplicativos que facilitam a vida dos engenheiros

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Os aplicativos de celular já se tornaram parte de nossa rotina, não é mesmo? Seja para saber onde está o ônibus, fazer uma lista de compras, pagar contas e muito mais, é fato que eles facilitam – e muito – nossa vida. No trabalho não é diferente: já existem aplicativos disponíveis para auxiliar quem trabalha nas mais diversas profissões – e com os engenheiros não é diferente.

O blog Respostas Sustentáveis separou especialmente para engenheiros e estudantes de engenharia alguns aplicativos que podem ser usados tanto no trabalho quanto no estudo, auxiliando no dia a dia.

1) AutoCAD 360 (grátis)

Este é um dos aplicativos mais populares para profissionais da arquitetura e engenharia. O AutoCAD 360 permite visualizar, editar e compartilhar facilmente projetos DWG, além de efetuar anotações diversas e trabalhar offline. Com ele, é possível também abrir documentos em formato DXF. O aplicativo está disponível para as plataformas iOS e Android.

2) Graphing Calculator (grátis)

O Graphing Calculator permite converter unidades, desenhar gráficos e utilizar uma calculadora científica. É um verdadeiro coringa para o escritório, faculdade ou ida a campo. Disponível para iOS e Android.

3) Integral Step-by-Step Calculator (grátis)

É uma calculadora de integrais com resolução passo a passo. O interessante deste aplicativo é que ele não precisa de conexão com a internet para funcionar. Disponível para iOS e Android.

4) Phy – Physics Formulas and Calculator (grátis)

Quando for necessário resolver equações complexas, este aplicativo oferece uma boa calculadora científica e conta com mais de 120 fórmulas que cobrem as maiores áreas da física. Disponível apenas para iOS.

5) iCircuit (pago)

Com o iCircuit é possível criar simulações de circuitos. Basta inserir as informações no aplicativo que ele mostra, em tempo real, se tudo daria certo ou não na realidade. Simples de usar, é excelente para estudantes. Disponível para iOS, Android e Windows Phone com preços variados.

Você conhece outros aplicativos interessantes que podem ajudar os engenheiros? Dê sua dica nos comentários.

Artigo escrito por Ricardo Millani

Fontes: Blog da Engenharia e Engenharia Cotidiana

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Hologramas: já pensou em interagir com uma imagem projetada?

1Você já deve ter reparado naquelas figuras brilhantes e manchas coloridas no cartão de crédito, usadas para evitar falsificação. São hologramas! A holografia surgiu com o genial Dennis Gabor, engenheiro elétrico e físico, em 1948. Junto com a tecnologia, ela evoluiu muito e permite, inclusive, a projeção de imagens sensíveis ao toque. Parece ficção científica, mas os hologramas vão muito além do que vemos em filmes.

Já não é de estranhar se forem anunciados shows com personalidades como Tom Jobim e Elvis Presley, por exemplo.  Com a holografia, grandes nomes da música podem brilhar nos palcos novamente. Foi o que aconteceu em 2012, quando o rapper Tupac Shakur, assassinado em 1996, surgiu no palco com Snoop Dogg, enlouquecendo a plateia.

Vídeo do show:

Com um projetor 3D, a imagem é exibida em uma superfície reflexiva no chão do palco. A 45 graus desta superfície é esticada uma película transparente que, com um fundo escuro, gera esse resultado. Parece que eles estão cantando juntos quando, na verdade, não passa de jogo de luz. E não é só isso! Produzido na China, o Takee 1 é o primeiro celular com holograma do mundo. Ele tem 4 câmeras e sensores que entendem o movimento do olhar, permitindo a visualização de imagens holográficas sem a necessidade do toque. O mercado está agitado com tantas novidades e testes e, em breve, poderemos interagir com imagens projetadas. Você pagaria mais para ver um show desses ou mesmo para ter um aparelho assim?

Fontes: TechTudo , Olhar Digital e Siemens

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