Lixo que vira energia

05/04/2015

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potencial energetico do lixoVocê sabia que a maior cidade do País tem uma usina que gera energia a partir da decomposição do lixo? É a usina termelétrica Biogás, uma das primeiras usinas de biogás do Brasil e que está instalada no Aterro São João, na Zona Leste de São Paulo.

A usina produz energia a partir da queima do gás metano, gerado pela decomposição das 28 milhões de toneladas de resíduos aterrados de 1992 a 2007, ano em que a usina foi construída e o aterro deixou de funcionar.

A operação no Aterro São João é composta por duas plantas distintas, mas totalmente interligadas: a usina de captação de gás e a usina de energia. A primeira é composta por um sistema de drenos verticais e dutos subterrâneos que coletam o metano e o levam até a usina de gás, que o suga dos poços. Ao todo, há 40 km de tubulações, que conectam em rede cerca de 170 drenos.

O metano é escoado até a usina de energia, onde é resfriado, purificado e tem sua umidade retirada. Sopradores o direcionam até os 16 motores, onde o gás é injetado para a geração de energia por processo mecânico. Cada motor tem 1,54 MW de capacidade e ajuda a movimentar o gerador de energia, que chega a gerar 200.000 MWh por ano, o suficiente para abastecer 400.000 pessoas.

O volume de gases poluentes não emitidos para a atmosfera reverte-se em créditos de carbono. Metade do valor fica com a prefeitura de São Paulo, que promove leilões para comercializá-los e aplica a receita na implementação de projetos que proporcionam benefícios ambientais no entorno do aterro.

Usinas que geram energia a partir do biogás são cada vez mais comuns no Brasil, mas apenas alguns dos cerca de 1.700 aterros sanitários do País contam com uma instalação deste tipo. Para você, o que falta para as usinas de biogás se popularizarem? Deixe sua opinião nos comentários.

Artigo escrito por Ricardo Millani

Fontes: Infraestrutura Urbana, Folha de S. Paulo e Revista ComArte.

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Você sabe o que é uma indústria digital?

jpgEstamos cada vez mais mergulhados no universo digital. E a indústria, claro, não podia ficar de fora. Quer entender como funciona uma indústria digital? Essa ideia é bem consolidada em países como Alemanha e Estados Unidos e está chegando por aqui.

De acordo com André Felipe, diretor de Marketing da Siemens PLM Software para a América Latina, “uma indústria digital é aquela que é capaz de conectar a empresa com seus fornecedores, por exemplo. É estabelecer um canal de comunicação entre chão de fábrica, o desenvolvimento de produto…”.

A industria digital é aquela em que tudo está conectado de forma inteligente para otimizar o trabalho e melhorar a qualidade do produto. “A ideia do que chamamos de Indústria do Futuro é coletar informações sobre o processo produtivo e colocar numa única plataforma de gerenciamento. Todos os personagens envolvidos, então, têm acesso às informações que precisam na hora certa, cada um na sua área”, reforça.

A tecnologia permite simular as etapas e desenvolver tudo virtualmente para, depois, passar para o mundo real. “A proposta é deixar a produção o mais autônoma possível e possibilitar a customização em massa”, conta.

Segundo André, o produto da indústria digital é inteligente, capaz de tomar decisões. “Ele carrega suas próprias informações e sabe os seus caminhos dentro da fábrica, todas as máquinas ‘conversam’. Se algo muda no início do processo, por exemplo, o nível de comunicação é tão alto, que imediatamente todo o processo já compreende o que é para ser feito”.

Os homens dão lugar às máquinas? Nada disso! A indústria digital precisa do trabalhador, sim. Porém, esse é um profissional mais qualificado na área de inteligência. “A mão de obra humana é outra, mais sofisticada, mas não é dispensada”, esclarece.

Para ele, este é o caminho natural e cada vez mais necessário para se ter competitividade. A indústria digital ainda é tímida no Brasil, mas existe. “A customização em massa faz com que os produtos tenham características próprias e ‘zero defeito’”. E aí, o que você acha desta ideia?

 

Artigo escrito por Erica Brasil

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Menos perdas, menos custos, mais energia. Conheça o HVDC

Desde que os estudos com a eletricidade se intensificaram no século XIX, diversas tecnologias foram cruciais para democratizar o uso da energia elétrica, como a lâmpada, os transformadores e o gerador elétrico. Mas você já parou para pensar na tecnologia que torna possível a distribuição de energia das usinas até as casas?

As linhas de transmissão tradicionais utilizam corrente alternada, que, por sofrerem muitas perdas de energia no meio do caminho, não possuem tanta eficiência. Já as linhas de transmissão com a tecnologia de Corrente Contínua de Alta-Tensão, ou HVDC na sigla em inglês, são alternativas eficientes que utilizam corrente contínua para transmitir grandes quantidades de energia elétrica em alta-tensão por distâncias superiores a 2.000 km, com mais eficiência e menos perdas de energia em comparação com uma linha de transmissão tradicional.

O HVDC possui ainda outros benefícios. Com este sistema, menos linhas de transmissão são necessárias, pois, com menos perdas, mais energia é transmitida pelo mesmo cabo. Assim, o impacto da instalação das linhas é minimizado, pois menos torres são construídas e mais espaço pode ser aproveitado.

Além da economia de recursos que a tecnologia proporciona, o HVDC pode ser utilizado para conectar redes diferentes de corrente alternada, controlando rápida e precisamente os níveis de energia e aumentando a eficiência de cada uma.

HVDC

 

Artigo escrito por Ricardo Millani

Fontes: Mundo Estranho e Siemens

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Cinco lugares prestes a sumir do mapa

shutterstock_119526742Todos nós já estamos cansados de saber que as ações do homem, inclusive o aquecimento global, estão ajudando a degradar os ecossistemas do planeta com muita rapidez. Porém, alguns deles estão mais perto de sumirem do mapa do que imaginamos – e se não fizermos logo nossa parte para preservá-los, perderemos para sempre estes lugares com belezas encantadoras e riquíssimos em biodiversidade.

Conheça agora cinco paraísos naturais do planeta que estão mais ameaçados pelos efeitos da atividade humana e das mudanças climáticas:

5) Madagascar

Esta ilha na costa leste da África é o lar de 21 milhões de pessoas. É também a casa de diversas espécies da fauna e flora que não são encontradas em nenhum outro lugar do planeta. Por conta da criação de gado, extração de madeira e agricultura de corte e queimada, só restam agora 17% da vegetação original da ilha.

4) Bornéu

Bornéu, a maior ilha da Ásia, é o lar de florestas exuberantes, biodiversidade riquíssima e espécies extremamente ameaçadas de extinção. Só entre 1997 e 2000, a ilha perdeu mais de 1,21 milhões de hectares de floresta por ano. Extração ilegal de madeira, tráfico de animais, incêndios florestais e o desenvolvimento de plantações de óleo de palma são os principais culpados.

3) Andes tropicais

Esta cadeia de montanhas que vai da Bolívia ao Chile é a casa de um sexto de toda a vida vegetal na Terra, em apenas 1% do território do planeta. A construção de estradas, gasodutos, hidrelétricas e o desmatamento causado pela agricultura são os maiores responsáveis pela destruição da grande biodiversidade encontrada na região.

2) Antártida

A Antártida é rica em vida marinha, dentro e fora dos oceanos. Mas a dupla aquecimento global e pesca ameaça a biodiversidade. Se a temperatura global continuar subindo, a camada de gelo marinho diminuirá e muitas espécies vão perder seu habitat. Se a pesca de algumas espécies continuar, como, por exemplo, a do krill antártico (espécie de crustáceo marinho), a cadeia alimentar do ecossistema será prejudicada.

1) Ártico

O Ártico é o ecossistema que mais sofre com o aquecimento global. O derretimento do gelo pode causar a extinção de diversas espécies, que também estão perdendo áreas de alimento graças às

mudanças no local. Além disso, o aumento do nível do mar causado pelo derretimento do gelo pode destruir quase metade das áreas para os ninhos de algumas aves migratórias.

Você está fazendo sua parte para preservar os recursos naturais e os ecossistemas do nosso planeta? Compartilhe suas ações com a gente!

Artigo escrito por Ricardo Millani

Fonte: EcoViagem

 

 

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Tecido inovador tem fibras com efeitos benéficos à saúde

nanovetoresSabia que você pode comprar uma roupa com efeito hidratante e anticelulite, fotoprotetor e até repelente? Essa ideia do tecido inovador levou o primeiro lugar do Prêmio Brasil-Alemanha de inovação. A empresa Nanovetores usa a nanotecnologia para trazer esse “algo a mais” para fibras, fios e tecidos. Curioso, né?

Os Nano Functional Textiles são insumos à base de água que ficam dentro de cápsulas e são aplicados às fibras. O contato com a pele, a temperatura corporal e a fricção fazem com que o ativo seja liberado. “Além de gerar inovação, o objetivo é agregar funcionalidades cosméticas aos produtos. O consumidor terá a praticidade de se cuidar enquanto trabalha e dorme”, explica Betina Giehl Zanetti Ramos, Diretora Técnica da Nanovetores.

O processo não deixa que os ativos oxidem e a liberação das sensações e fragrâncias são gradativas. “A durabilidade é de 20 lavagens, mas estamos avaliando sistemas que permitirão a mesma vida útil do artigo têxtil”, ou seja, é possível desenvolver um refil para aplicação em casa. E a manutenção é simples: os cuidados com lavagem são os mesmos que se tem com peças delicadas. “Só as empresas têxteis com características inovadoras que apostam nesta tendência”, conta. As cápsulas são totalmente sustentáveis, com materiais biocompatíveis e biodegradáveis.

Assista ao vídeo e saiba mais sobre o funcionamento das cápsulas

 

A Nanovetores recebeu o Prêmio Stemmer de Inovação em 2011, o 2º lugar de melhor empresa incubada do Brasil pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), em 2013, e o 1º lugar como melhor empresa incubada do Brasil pela Anprotec em 2014. Gostou?

Compartilhe sua opinião nos comentários.

Fotos de Divulgação: Nanovetores

Artigo escrito por Erica Brasil

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Já imaginou uma base lunar construída com impressão 3D?

bases lunares“Este é um pequeno passo para um homem, mas um grande salto para a humanidade”. A frase é de Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na Lua, em 20 de julho de 1969. De lá pra cá, a humanidade continua fascinada com o satélite, almejando outros grandes saltos. A ideia agora é usar a impressão 3D empregando a poeira local como matéria-prima para construir uma base lunar capaz de abrigar quatro astronautas bem protegidos. Acredite!

Imagine o imenso desafio logístico para construir uma base nesse corpo celeste. Entre materiais, pessoas e equipamentos, o valor seria alto demais. Foi aí que a Agência Espacial Europeia (ESA) idealizou um projeto usando o material disponível na própria Lua, o regolita, uma espécie de poeira bem fininha, formada de fragmentos de pedras.

A proposta, então, é usar esse regolito e colocar a impressora 3D para trabalhar! A ESA, em parceria com a Foster + Partners, empresa de arquitetura, fez alguns testes com uma impressora fornecida pela empresa Monolite. Eles já conseguiram imprimir um bloco de 1,5 tonelada feito a partir do regolito de um vulcão italiano.

Mas lá na Lua é outra história. Ainda resta saber se será possível imprimir no vácuo!

Assista ao vídeo:

Será que conseguimos mais este grande salto?

Com informações da Revista Galileu – Fotos de Divulgação

Artigo escrito por: Leticia Ghedin

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Já ouviu falar das cidades inteligentes?

siemensConexão! Já vivemos tranquilamente sem tê-la à disposição o tempo todo, e nem faz tanto tempo assim. Consegue se lembrar? Hoje, contamos com aplicativos que servem para tudo, desde fazer compras no supermercado, chamar o táxi, monitorar a malhação, até verificar a rota mais fácil para chegar ao trabalho e fugir do trânsito. Imagine então como estaremos em 2025. Até lá, é possível que até as cidades onde moramos estejam totalmente conectadas, num conceito conhecido como smart cities (cidades inteligentes), que mescla engenharia e tecnologia para melhorar a qualidade de vida dos habitantes das grandes cidades.

As cidades inteligentes já são realidade em diversas partes do mundo. Na Coreia do Sul, a cidade de Songdo foi construída e pensada de forma inteligente. Sistemas de água, de coleta de resíduos, de eletricidade e estradas, por exemplo, contam com sensores eletrônicos que controlam tudo de forma sustentável. Todos os edifícios têm controles de clima automáticos e acesso informatizado. Ou seja, a tecnologia permite que tudo ao redor responda de acordo com as ações e necessidades dos moradores.

Aqui no Brasil ainda não é possível encontrar uma cidade totalmente inteligente, mas experiências já estão sendo realizadas. Já pensou se você pudesse aumentar o tempo do sinal vermelho para os carros? Pensando no envelhecimento da população e em facilitar a acessibilidade, uma empresa de Curitiba está testando um sistema de cartões que, ao ser acionado, faz justamente isso, possibilitando uma travessia mais segura.

De acordo com a empresa de pesquisas IHS Technology, o número de cidades inteligentes pelo mundo deve quadruplicar dentro de 11 anos. Qual inovação você gostaria de ver primeiro na sua cidade? Compartilhe conosco!

Com informações do The Guardian e Gazeta do Povo

Artigo escrito por Erica Brasil

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Procura-se engenheiros para o futuro

engenharia1Atualmente, o mercado brasileiro apresenta grande carência de uma classe profissional: os engenheiros. Mesmo sendo considerada uma das ciências mais antigas do mundo e responsável por diversas invenções que, desde os primórdios da humanidade, contribuíram para o desenvolvimento do mundo, a área ainda apresenta uma escassez de mão de obra. Mas por quê?

Um dos fatores por trás disso é o medo que a responsabilidade da profissão provoca, ainda mais por basear-se em uma matéria de exatas, o que inibe muitos candidatos que não tiveram boa familiarização com fórmulas numéricas. Outra causa é a grande evasão de alunos deste curso, já que, segundo a Associação Brasileira de Educação em Engenharia (Abenge), 43% dos alunos desistem logo nos primeiros semestres.

De acordo com dados da CNI (Confederação Nacional da Indústria), 150 mil vagas de engenheiros não foram preenchidas de 2010 à 2012, trazendo um prejuízo de aproximadamente R$ 26,5 bilhões por ano devido a falhas em projetos de obras públicas. Desta forma, o cenário para quem pretende se aventurar na profissão é mais do que positivo: com o setor industrial se expandindo, o que não falta são empregos para engenheiros. Além disso, a falta de mão de obra formada e capacitada faz com que os salários aumentem.

Assim, mais do que uma área de prestígio e com salários atraentes, ser engenheiro no Brasil requer um profissional destemido, pois a sociedade precisa dele para crescer. Afinal, sem um bom engenheiro, as ideias para o futuro não saem do papel; o País precisa de alguém que as torne realidade.

Artigo escrito por Paula Neiva

Fontes: Exame, EngenhariaE, Engenharia Cotidiana, Vdibrasil, IPEA, UFJF e Guia do Esudante

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A nova categoria “verde” do automobilismo

formula eNo dia 15 de março, fãs de automobilismo do mundo todo estiveram com os olhos e ouvidos voltados para o circuito de Albert Park, em Melbourne, na Austrália, ansiosos para ver as novidades e ouvir novamente o ronco dos motores na primeira corrida da temporada 2015 da Fórmula 1.

Famosa pelas equipes tradicionais e pelas lendas que já guiaram seus carros, a Fórmula 1 vem sendo alvo de críticas apontando que a categoria não está se adequando às necessidades de um planeta em crise ambiental, mostrando poucas novidades ecologicamente corretas e insistindo em utilizar motores de combustão em seus carros.

Para a alegria dos críticos – e dos entusiastas por um mundo mais verde, uma nova categoria foi lançada para ser a Fórmula 1 ambientalmente correta: é a Fórmula E. Criada em 2007, mas iniciada oficialmente em 2014, a categoria utiliza apenas motores elétricos em seus carros, que são visualmente semelhantes aos da Fórmula 1 e compostos por materiais bem leves, como alumínio e fibra de carbono.

Inicialmente, os motores possuem 270 cavalos de força e cinco marchas. As baterias elétricas ainda não duram uma corrida inteira e, por isso, depois de 25 ou 30 minutos, os pilotos fazem um pit stop e pulam para outro carro idêntico, com a bateria totalmente cheia. Em todos os carros, há também uma tecnologia que permite gerar uma pequena carga na bateria cada vez que os freios são acionados.

A competição tem 20 carros, divididos em dez equipes com dois pilotos cada. Os brasileiros Lucas Di Grassi, Nelsinho Piquet e Bruno Senna estão entre os pilotos mais conhecidos da categoria. A expectativa é que as grandes montadoras entrem no jogo para apresentar novas tecnologias que melhorem o espetáculo e que possam, eventualmente, estar nos veículos elétricos de passeio.

E você, acha que esta nova categoria fará sucesso entre os fãs de corrida? Deixe sua opinião nos comentários.

Artigo escrito por Ricardo Millani.

Fontes: Exame, The Engineer e Fórmula 1.

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Inovação: o coração como fonte de energia

^EB1F7181B7A6B80F931A9BF0ABFA638908DB886183CDED2885^pimgpsh_fullsize_distrQuem usa marca-passo sabe que um de seus maiores incômodos é a troca de sua bateria, que dura de 6 a 7 anos. O procedimento, apesar de rápido, é delicado e pode representar grandes riscos à saúde do paciente.

Mas este incômodo poderá acabar em breve. O suíço Adrian Zurbuchen apresentou em um congresso neste ano um novo marca-passo sem baterias que será movido puramente pelas batidas do coração. O mecanismo do novo protótipo foi baseado nos relógios de pulso automáticos, que também não usam baterias e tiram sua energia do movimento dos braços.

A ideia de usar o mecanismo do relógio em um marca-passo surgiu quatro anos atrás e foi idealizada pelo professor Rolf Vogel, da Universidade de Berna, na Suíça. Para Zurbuchen, o coração é uma fonte de energia promissora, pois suas contrações são repetitivas e ocorrem 24 horas por dia, 7 dias por semana e 365 dias por ano. Por isso, a invenção de um marca-passo que utilizasse tamanho potencial era mesmo uma questão de tempo.

O protótipo foi feito com a mesma estrutura de um relógio de pulso automático disponível no mercado. Todas as peças desnecessárias foram removidas para que o peso e o tamanho do aparelho fossem reduzidos. Além disso, a equipe de Zurbuchen adicionou uma estrutura customizada com aberturas que permitem que o marca-passo seja suturado diretamente no miocárdio.

Seu funcionamento é o mesmo de um relógio preso ao pulso de uma pessoa. Quando o mecanismo é exposto a uma aceleração externa (neste caso, as batidas do coração), sua massa excêntrica começa a rodar. Esta rotação progressivamente enrola uma mola mecânica. Após ficar totalmente enrolada, ela se solta e a energia resultante gira um microgerador elétrico, que alimenta todo o sistema do marca-passo.

Apesar de testes in vivo feitos em porcos domésticos terem mostrado a eficácia do aparelho, ele ainda não tem data certa para chegar aos corações humanos.

Você conhece outras invenções na área médica que beneficiarão nossa saúde no futuro? Diga para nós nos comentários.

Artigo escrito por Ricardo Millani

Fonte: ScienceDaily

 

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