Entenda o que os supercondutores têm a ver com economia de energia

08/28/2015

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Supercondutores

Você sabia que a perda de energia das usinas até as nossas casas é muito grande? De acordo com a segunda edição do relatório “O Setor Elétrico Brasileiro e a Sustentabilidade no Século 21 – Oportunidades e Desafios”, cerca de 20% da energia gerada pelas usinas é perdida ao longo da cadeia de geração, transmissão e distribuição de energia. Uma alternativa para evitar parte dessa perda é o uso dos supercondutores, que são materiais metálicos ou cerâmicos que conduzem eletricidade com quase nenhuma resistência. Isso faz com que a perda de energia seja praticamente nula. Por isso, o uso dos supercondutores pode revolucionar as nossas vidas, melhorando o desempenho dos transportes, dos computadores, dos motores, etc.

A supercondutividade foi descoberta por acaso em 1911, na Holanda, por Kammerlingh Onnes. Em meio a diversas pesquisas, ele constatou que a resistência da condução de energia diminuía à medida que a temperatura caía. Fato é que cada material tem uma temperatura específica para fazer com que isso aconteça, chamada de Temperatura Crítica. A partir dela, a corrente elétrica flui em uma intensidade constante, sem resistência. Já nos condutores comuns, a corrente elétrica vai perdendo força, por causa da resistência encontrada pelo caminho. Dois anos depois da descoberta, ele levou o Prêmio Nobel de Física.

Outra característica importante é o efeito Meisnner, que funciona da seguinte maneira: conforme a temperatura do material supercondutor cai, é possível conduzir a corrente de energia sem perdas. O exemplo mais comum da aplicação desse efeito é o dos veículos que levitam, como o trem chamado de MAGLEV (Magnetic Levitation). Ele pode alcançar 600 km/h porque flutua em uma superfície magnética acima do trilho.

Testes já foram feitos no Japão e na Alemanha. Já pensou em um desses por aqui?

Fonte: Click e Aprenda e UFSCAR 

Artigo escrito por Erica Brasil

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Computação cognitiva: a ficção virou realidade

08/23/2015

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computação cognitiva

                Por influência de histórias de ficção científica em livros e filmes, quando pensamos em inteligência artificial, é comum surgir dois tipos de imagens em nossa mente: um mundo caótico e sombrio, onde os seres humanos são dominados pelas máquinas e escravizados por elas; ou um mundo futurista e bem mais agradável, onde computadores e robôs superinteligentes são nossos melhores amigos e executam com perfeição (e sem reclamar!) nosso trabalho e algumas tarefas mais chatas do cotidiano, como lavar a louça ou varrer a casa.

Este segundo mundo está cada vez mais próximo de virar realidade. Na verdade, já é, mas ganhou um nome bonito para defini-lo: computação cognitiva. Mas o que é isso, afinal?

Apoiando-se no conceito de inteligência artificial e aprendizagem de máquinas, a computação cognitiva pode ser definida como uma nova era da computação, na qual as máquinas e os sistemas operacionais interagem de forma mais inteligente e integrada com os seres humanos, de modo mais parecido com o nosso tipo de raciocínio.

Pode parecer distante demais, mas este conceito já está presente no nosso cotidiano há alguns anos, por exemplo, nos assistentes pessoais dos smartphones – como a Siri, do sistema iOS -, sistemas de recomendações de compra que conhecem nossos gostos pessoais, ferramentas que oferecem publicidade personalizada de acordo com a navegação do usuário pela internet, entre outros exemplos.

Esta é uma tendência que veio para ficar e que pode trazer muitos benefícios para nós. Imagine um veículo que se dirige sozinho, sem intervenção do motorista, e que saiba antecipadamente como reagir em situações de risco. Ou um supersistema que consulte rapidamente milhares de relatórios médicos, revistas especializadas e exames de todos os pacientes de um hospital para fornecer um diagnóstico preciso e um tratamento sob medida para cada pessoa.

Apesar dos avanços tecnológicos dos últimos anos, a computação cognitiva ainda está engatinhando. Contudo, é possível perceber que esta nova era da tecnologia terá um futuro muito promissor, como mostra o simpático robozinho Jibo, um assistente pessoal capaz de ler e-mails, receber mensagens, gravar vídeos e lembrar de compromissos de modo muito mais natural do que um celular ou computador. Confira no vídeo abaixo:

Você conhece outros exemplos interessantes de computação cognitiva? Compartilhe conosco nos comentários.

Artigo escrito por Ricardo Millani
Referências: Exame, CIO, Computer World e Jibo

 

 

 

 

 

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3 erros de logística que sua empresa não pode cometer

Port of Rio de Janeiro is a major cargo destination for freight from overseas, now undergoing a major renovation project for the 2016 Olympic, called Port Maravilha, Rio de Janeiro, Brazil

No Brasil, a logística das empresas e dos produtores rurais exportadores sofre diversas interferências negativas, principalmente devido aos gargalos de nossa infraestrutura. Segundo o site de notícias Hoje em Dia, estima-se que só as deficiências na armazenagem sejam responsáveis pela perda de 10% de toda a safra brasileira – um prejuízo aproximado de R$ 15 bilhões por ano.

Mas não são apenas os problemas estruturais brasileiros que causam interferências na logística. Muitas vezes, os exportadores deixam passar alguns equívocos durante o processo responsável por levar suas mercadorias para o exterior, o que provoca o aumento do valor final do produto e a perda de competitividade.

Conheça agora três grandes erros logísticos cometidos pelos exportadores e veja algumas dicas de como evitá-los.

1) Falta de planejamento

Um dos maiores problemas enfrentados desde a produção até a entrega do produto é a falta de planejamento. Compreender a complexidade do processo, traçar metas e prestar atenção às necessidades dos importadores é essencial, e isso vai desde o início até o final do negócio. Aproveite para conhecer as necessidades do cliente, trace as melhores rotas e identifique o modal mais adequado para o transporte dos seus produtos.

2) Escolha inadequada do tipo de transporte

Contratar uma opção de transporte inadequada pode arruinar um negócio. Por isso, esteja ciente das características de seus produtos antes de optar por uma modalidade.

O transporte marítimo é o preferido por quem trabalha com mercadorias não perecíveis e de baixo valor agregado em cargas de grande volume. Costuma ser mais lento do que outras alternativas, mas compensa pelo preço.

O transporte rodoviário é indicado para pequenas cargas, distâncias mais curtas e para economizar tempo, pois não existe o incômodo da espera nos portos.

Com fretes mais baratos, o ferroviário é ideal para transportar matérias-primas e manufaturados de baixo valor em longas distâncias.

Quando a entrega é urgente e o produto tem alto valor agregado, a indicação costuma ser o frete aéreo.

3) Ignorar a necessidade de adequações e licenças

Quem vende precisa conhecer as necessidades de seu comprador, saber o que ele busca e em qual contexto está inserido. Por isso, verifique as demandas da parte de liberação aduaneira do país para o qual se está exportando, para ter certeza de que não há restrições sobre a composição do produto ou da embalagem. Caso seja necessário, apresente ou oriente o importador a buscar uma licença na chegada do produto ao destino.

Lembre-se: quando o produto fica retido, o prejuízo também é seu, pois além de perder tempo e dinheiro, você corre o risco de ter um cliente insatisfeito.

Conhece outros erros comuns de logística cometidos por exportadores? Compartilhe conosco nos comentários.

Artigo escrito por Ricardo Millani

Leia mais em: Terra e Hoje em Dia

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Por que o Brasil forma poucos engenheiros?

 

engenheirosTodo país em desenvolvimento, como o Brasil, necessita de vários tipos de profissionais para poder crescer com planejamento e estabilidade. Médicos, por exemplo, são essenciais para proporcionar saúde e bem-estar para uma população em crescimento, enquanto os professores e professoras também são necessários para educar e profissionalizar os cidadãos em formação.

 

Mas existe também outro tipo de profissional fundamental para o crescimento de um país: o engenheiro. É ele quem atende as demandas de vários setores importantes da sociedade, como a indústria, a agricultura e as áreas de tecnologia em geral. E o Brasil, além de carecer de médicos e professores, também apresenta uma defasagem no número de engenheiros em atividade.

Para se ter uma ideia, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em 2011 graduaram-se 45 mil engenheiros no País, um número bem inferior ao de outros países emergentes, como a China (650 mil por ano) e a Índia (220 mil por ano), mesmo considerando a proporção em relação ao número de habitantes. Se o Brasil continuar crescendo no ritmo atual, serão necessários 560 mil engenheiros a mais no mercado até 2020, um número, hoje, muito difícil de ser alcançado.

Mas o que está causando esta defasagem? São vários fatores que contribuem, mas um deles é unanimidade entre os especialistas: a má qualidade da educação básica no Brasil, principalmente na disciplina de matemática, a mais importante para o estudo e o exercício da engenharia. As estatísticas comprovam: segundo resultados do Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp) referentes a 2013, 54,9% dos alunos do 3º ano do ensino médio da rede estadual não aprendem o suficiente em matemática. E o número só vem piorando nos últimos três anos.

Então, o que fazer para melhorar o ensino da matemática e, assim, aumentar o interesse dos estudantes no universo da engenharia? Educadores defendem que professores do ensino básico poderiam receber bolsas para se especializar no ensino da matemática, que também poderia ser reformulado para se tornar mais atraente aos alunos, apegando-se menos a fórmulas e mais a situações práticas do cotidiano. Para diminuir a alta evasão dos estudantes de engenharia por causa da disciplina, as universidades poderiam oferecer, em caráter de urgência, acompanhamento específico para os alunos com maiores dificuldades. Não resolveria o problema na raiz, mas contribuiria para formar profissionais mais capacitados.

O baixo número de engenheiros no Brasil é algo que ainda precisa ser muito discutido – e você pode ajudar. Conte para a gente nos comentários como você acha que este problema poderá ser contornado.

 

Artigo escrito por Ricardo Millani

 

Fontes: Estadão e G1

 

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Desvendando mitos da tecnologia

Como será o mundo daqui a 10, 20 ou 50 anos? Muito se especula sobre as possibilidades disponíveis num futuro não muito distante. E, para desvendar os mitos da tecnologia mais populares, especialistas avaliam os casos e dão sua resposta. Confira:

Carros voadores: Carl Dietrich, um dos fundadores da empresa Terrafugia – que apresentou o modelo de carro-voador TF-X -, acredita que toda a tecnologia necessária para este tipo de veículo já existe e diz que as discussões iniciais com a Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos indicam que os obstáculos regulatórios existentes, como o estabelecimento da altitude máxima de voo dos veículos, podem ser superados em breve.

Carros do futuro

 
Singularidade tecnológica: e quanto aos avanços com a inteligência artificial que tanto vemos em livros e filmes de ficção científica? Futuristas como Raymond Kurzweil têm dito que vamos nos aproximar da singularidade tecnológica (quando a inteligência artificial superar a inteligência humana) em 2030.

Inteligencia artificial

Teletransporte: se você quisesse se teletransportar, o processo seria o seguinte: as informações do seu corpo seriam copiadas, transmitidas para outra localização e seu corpo original seria destruído – ou seja, você provavelmente morreria no processo, mesmo que conseguissem transmitir seus “dados”. Uma equipe da Universidade de Leicester calculou quantos “dados” compõem o cérebro humano, baseando-se na quantidade de informações (em bits) contida no DNA de cada célula. O resultado foi 2,6 x 10⁴² bits, ou seja, em uma conexão de alta velocidade, seriam necessários 4,85 x 10¹⁵ anos (350 vezes a idade atual do universo) só para teletransportar seu cérebro. Imagine quanto levaria para fazer o mesmo com o corpo todo!

Teletransporte

Quais outros mitos tecnológicos você gostaria de ver desvendados por especialistas? Deixe sua sugestão nos comentários!

Artigo escrito por Paula Neiva

Fontes: Climatologia Geografica, Guiky, Terra Tecnologia, WikipediaHypescience

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Saiba tudo sobre o ciclo de vida dos produtos e seus benefícios

shutterstock_205838935Sabe aquela blusa que faz sucesso na novela e está em todas as lojas? Antes disso, ela estava mais barata e você nem a via tanto por aí. Este é um bom exemplo para falar sobre o ciclo de vida dos produtos, que envolve lançamento, crescimento, maturidade e declínio. A duração de cada fase varia e sofre influência de uma série de fatores e características do mercado.

O ciclo de vida dos produtos normalmente acontece da seguinte forma: o item é lançado no mercado, começa a ser consumido pelo público e o lucro aumenta. Aí, vem o período de estabilidade, sem aumento nas vendas, seguido do declínio desse movimento. Nesta última fase, é preciso fazer promoções para liberar o estoque e usar o lucro para reinvestir!

Fazer a gestão desse processo é um dos maiores desafios dos fabricantes e vendedores de bens de consumo. É preciso ter cuidado na hora de medir o tempo de cada fase do ciclo. Para isso, uma boa estratégia é comprar mais vezes em menor quantidade e evitar estoque encalhado. No mundo da moda, por exemplo, a blusa de sucesso na novela deve ser consumida rapidamente ( Leia mais sobre consumo consciente aqui), pois logo aparece outro item de desejo.

Você pode sair da loja hoje, com o último modelo de celular de uma determinada marca, pagando um alto preço. Em meses, é lançado outro e você verá o seu baratear consideravelmente. Para os aficionados em tecnologia, pode valer a pena. Se não é o seu caso, pode ser mais interessante comprar o modelo anterior.

Para não perder a venda, a sintonia entre os personagens do processo é imprescindível. Benefício ao negócio? Produzir sempre, ajustando a quantidade à demanda e minimizando desperdícios. Já o consumidor, deve ficar atento aos preços, que variam em cada etapa e ficam mais baixos nos períodos de promoção. Você presta atenção? Compartilhe.

Artigo escrito por Érica Brasil

Fonte: Sebrae-SP

 

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Entenda como a tecnologia contribui com performance de atletas olímpicos

legado olimpicoCom determinação, disciplina e dedicação, atletas olímpicos conseguem resultados impressionantes. O velocista jamaicano Usain Bolt, por exemplo, é recordista e atinge 44,7km/hora. Já pensou? Os concorrentes dele precisam – literalmente – correr atrás do prejuízo. Não só eles, como outros atletas contam com os avanços tecnológicos e da ciência para alcançar excelência na performance.

Empresas de artigos esportivos trabalham para colaborar com o aumento da velocidade, a redução dos impactos ou mesmo acelerar a evaporação do suor dos tecidos. Mas, não para por aí! O preparo técnico se beneficia de toda essa tecnologia, com treinos e rotinas superpersonalizados, que ajudam, inclusive, a prevenir e tratar lesões. Já ouviu falar da avaliação biomecânica? O atleta é filmado por um programa que faz a análise minuciosa de todo o movimento e detecta alterações que podem prejudicar o desempenho.

Todo esportista pode fazer o teste e os resultados permitem a elaboração de tratamento específico. Como o corpo é inteligente, se estimulado da forma correta, corrige-se e aprimora-se naturalmente.

Aparelhos portáteis, como os relógios inteligentes, são verdadeiras promessas da tecnologia para encantar os adeptos aos esportes. Já existem modelos com GPS, que emitem relatórios de desempenho e medem a qualidade do sono, tudo interligado com o smartphone.

Alguns atletas também contam com uma meia com um dispositivo acoplado que monitora o nível de lactato (fonte de energia produzida pelo organismo). Conhecer as variações dos níveis dessa substância no corpo é útil na elaboração da melhor rotina de treinamento. E aí, o que você acha disso? Conte pra gente.

Artigo escrito por Érica Brasil

Fontes: Olhar Digital, TecMundo e GloboEsporte

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5 conselhos para ir bem em matemática

MatematicaVocê que é estudante de Engenharia sabe muito bem que a matemática anda sempre de mãos dadas com a sua área. Compreendê-la e saber utilizá-la nos estudos e na prática é essencial para a formação de qualquer engenheiro. Porém existem pessoas que possuem grande dificuldade com a matéria, o que chega a ser um verdadeiro “tiro no pé” para um estudante de exatas.

Sabendo disso, o blog Respostas Sustentáveis separou algumas dicas simples para facilitar seus estudos de matemática que vão tornar este bicho de sete cabeças muito mais fácil de ser domado. Confira:

Pratique muito: Além de compreender regras e teorias, para aprender matemática você terá que fazer muitos e muitos exercícios. Quanto mais você praticar, mais facilidade terá para resolver qualquer problema. Por isso, faça o maior número possível de exercícios antes de uma prova. E que tal começar agora? Clique aqui , resolva alguns exercícios e teste seus conhecimentos na matéria.

 

Reveja seus erros: Quando você está praticando com exercícios, é muito importante verificar os resultados. Se você errar, examine o processo em detalhes para saber onde errou e tente até acertar. Isso ajudará você a não errar das próximas vezes.

 

Tire suas dúvidas: Muitas vezes, quem tem dificuldade em matemática pode não entender alguns problemas. O que é comum nestes casos é simplesmente ignorá-los e ir para os próximos. No entanto, é aconselhável esclarecer todas as dúvidas que você tem, seja com seus colegas ou professores. Um bom jeito de fazer isso é estudando em duplas ou grupos.

 

Crie um dicionário: Crie um pequeno dicionário com o maior número possível de fórmulas e conceitos para que você possa consultar sempre que surgir dúvidas.

 

Aplique a matemática na sua rotina: A matemática já faz parte da nossa rotina, mas, na medida do possível, tente aplicar a matemática da engenharia para o mundo real. Por ser uma matéria muito abstrata, olhar para a aplicação prática pode ajudar a mudar sua perspectiva sobre ela e assimilá-la de forma diferente.

Neste link você confere ainda outros conselhos para melhor lidar com a matemática. E se você conhecer outras dicas interessantes, não se esqueça de compartilhar conosco nos comentários!

Artigo escrito por Ricardo Millani

Referências: Examtime e Blog da Engenharia

 

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As cidades mais e menos preparadas para o futuro

sIEMENSDiversos estudos já apontaram que, em 2050, mais da metade da população global (ou 2 entre 3 pessoas no mundo) viverá em cidades. Por isso, é importante que cada uma delas esteja mais do que preparada para receber tantas pessoas, investindo em recursos básicos, como saúde e educação, mobilidade urbana, infraestrutura de água, gás e energia, entre outros.

Pensando nisso, um estudo feito por uma consultoria analisou 50 grandes metrópoles do mundo para avaliar sua “resistência”, ou seja, como elas reagiriam ao receber tantas pessoas. Como elas iriam lidar com os problemas econômicos, sociais e ambientais? Estariam preparadas para proteger seus cidadãos e manter a qualidade de vida?

Para definir a “resistência”, foram levados em conta dois fatores: a vulnerabilidade e a capacidade de adaptação e reação das cidades. As metrópoles mais resistentes têm melhor infraestrutura, planejamento, governança, mais força da comunidade e lidam melhor com o clima e o meio ambiente; as que são menos sofrem com a desigualdade, infraestrutura precária, degradação ambiental e uma política instável.

Cidades canadenses, americanas e europeias dominam a lista e provam que estão preparadas para o futuro. Entre as piores, estão cidades da Ásia, África e América Latina. Rio de Janeiro e São Paulo figuram entre as 10 menos resistentes.

Confira agora quais são as cinco cidades mais e menos resistentes:

As mais resistentes:

1º lugar: Toronto (Canadá)

2º lugar: Vancouver (Canadá)

3º lugar: Calgary (Canadá)

4º lugar: Chicago (Estados Unidos)

5º lugar: Pittsburgh (Estados Unidos)

As menos resistentes:

1º lugar: Daca (Bangladesh)

2º lugar: Jacarta (Indonésia)

3º lugar: Cairo (Egito)

4º lugar: Manila (Filipinas)

5º lugar: Mumbai (Índia)

E a cidade onde você vive? Está preparada para o futuro? Deixe sua opinião nos comentários.

Artigo escrito por Ricardo Millani

Referências: Exame e Grosvenor

 

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A comida vai acabar? Se depender da tecnologia, não

siemens alimentos

 

Resistir à tecnologia faz bem? Depende! A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) afirma que em 2050 pode faltar alimento no mundo. Especialistas apostam que o Brasil, 3º maior exportador do mundo, pode suprir parte desta demanda e até liderar a produção mundial de alimentos se investir em áreas estratégicas que aumentem a produtividade e evitem o desperdício. Ao mesmo tempo, há críticas aos defensivos agrícolas que, por sua vez, são fruto dos investimentos em tecnologia.

De acordo com a FAO, o uso dos defensivos agrícolas pode evitar a perda de até 40% dos alimentos que estão à nossa disposição. Dados do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) mostram que esse nível de produtividade permitiu, desde a década de 70, a redução do custo da cesta básica pela metade.

Richard Archer, chefe do Instituto do Alimento da Universidade de Massey, na Nova Zelândia, aposta que teremos que mudar a nossa dieta em menos de 30 anos devido à escassez de alimentos e que a saída está nos alimentos processados, mas nutritivos. Já existem também equipamentos 3D, que prometem imprimir refeições. A ideia é que elas venham em forma de cápsulas, sem calorias e também liberem os nutrientes conforme a necessidade.

A produção atual de alimentos está cada vez mais cara e os recursos (leia mais aqui) não estão dando conta. O grande desafio para a indústria é encontrar uma forma de fazer tudo isso, sem abalar o sabor e o valor nutricional, preservando a saúde dos consumidores. O que será que vem por aí?

Artigo escrito por Erica Brasil

Fontes: Mega Curioso , Rural Centro e Rural BR

 

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