Telhados verdes: bons para o bolso e para o meio ambiente

Edificios sustentáveis avenida paulistaUm dos prédios mais famosos de São Paulo está de teto novo. O conhecido Edifício Gazeta, localizado na Avenida Paulista, coração de São Paulo, ganhou um telhado orgânico com 700 metros quadrados de vegetação nativa da cidade. Além de ser mais bonito, o novo telhado é uma forma eficiente de reaproveitar o espaço urbano e resgatar espécies da flora que estão ameaçadas de extinção.

Os telhados orgânicos (ou “verdes”) são uma nova opção para amenizar a poluição do ar e colocar um pouco mais de natureza em cidades altamente urbanizadas como São Paulo. Como é praticamente impossível destruir prédios ou casas para criar parques ou jardins, uma das opções é aproveitar espaços inutilizados, como os telhados. Esta opção vem sendo cada vez mais vista na cidade e hoje já é possível encontrar telhados ou paredes verdes em novos edifícios comerciais, bancos, lojas e até na lateral de um prédio próximo ao Minhocão, conhecido ponto “cinza” de São Paulo.

No telhado da Gazeta foram utilizadas espécies nativas do cerrado e da Mata Atlântica, originalmente presente em São Paulo antes da urbanização. Cada planta foi pensada para recriar uma parte do que era a região da Paulista há mais de cem anos. O jardim conta com 130 tipos de árvores, que terão até quatro metros de altura. Além disso, existe uma área reservada para flores e árvores frutíferas, que com o tempo devem atrair animais como pássaros e borboletas.

Os telhados orgânicos não são apenas refúgios verdes em meio ao concreto. Usá-los também permite economia financeira. No caso do telhado da Gazeta, o sistema implantado utiliza até 60% menos água e reduz em até 18°C a temperatura da cobertura, resultando em menor uso de ar condicionado nos andares abaixo e maior conforto térmico para quem visita o telhado. Pelo tipo de espécies usadas, o custo de manutenção também é muito menor do que em um jardim com plantas exóticas.

Artigo escrito por Ricardo Millani

Fonte: CicloVivo e TV Gazeta

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O melhor do blog 1

Recentemente, o blog Respostas Sustentáveis ultrapassou a marca de 23 mil leitores. Para comemorar, relembraremos nos próximos meses alguns dos melhores posts já publicados por aqui nos últimos três anos. Estes são os cinco primeiros:

carro para cadeirante siemensIndependência e mobilidade em rodas

Conheça dois veículos adaptados para o uso por cadeirantes: a handbike, um tipo de triciclo para cadeirantes que é pedalado com as mãos, e o Kenguru, um simpático carrinho elétrico desenvolvido por uma empresa húngara. Ele atinge os 50 km/h e uma de suas vantagens é que o cadeirante nem precisa sair de sua cadeira para poder pilotá-lo. Leia mais.

 

bike de papelãoBicicleta de papelão? Sim, isso é possível

Com apenas nove dólares no bolso, Izhar Gafni usou técnicas de origami para criar uma bicicleta de papelão que suporta até 140 quilos. O israelense aposta que sua invenção será barata e fará muito sucesso, principalmente entre as crianças mais pobres. Leia mais 

 

Taekwon Weirdo Cheonggyecheon

Um rio que passou, mudou e transforma a vida de milhões de sul-coreanos

O rio Cheonggyecheon em Seul, Coreia do Sul, era sinônimo de abandono e degradação há pouco mais de dez anos. Mas em 2003 um projeto de restauração ambicioso que é referência internacional saiu do papel e renovou completamente sua paisagem, para a sorte dos mais de 10 milhões de habitantes da cidade. Leia mais.

 

Fib_topoA medida da felicidade

Você conhece o conceito de Felicidade Interna Bruta, o FIB? Criado pelo rei do Butão, um pequeno país situado entre a China e a Índia, ele mede o grau de bem-estar dos habitantes de um país com base em valores importantes como saúde, educação, bem-estar mental e acesso à cultura. Leia mais.

 

 

Academia_diferente_SiemensUma academia diferente
A Greenasium é uma academia de San Diego, nos Estados Unidos, onde a energia gerada pelos movimentos dos frequentadores nos aparelhos é transformada em energia elétrica para consumo da própria academia. Leia mais.

 

 

 

Você quer ler novamente alguma matéria já publicada por aqui? Qual? Conte para nós nos comentários.

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7 dicas simples para a indústria economizar energia

Economia de energia industria SiemensO Brasil é um dos maiores produtores e consumidores de energia elétrica no mundo. De acordo com dados de 2013 levantados pela EPE (Empresa de Pesquisa Energética, órgão ligado ao Ministério das Minas e Energia) no mais recente Balanço Energético Nacional (BEN 2014), o país tem 610 TWh de capacidade elétrica instalada, sendo que, deste valor, mais de 70% são provenientes de usinas hidrelétricas.

Apesar da grande capacidade energética, os baixos índices de chuva nos reservatórios de usinas hidrelétricas aumentaram o risco real de um racionamento no centro-sul do país. Nestes casos, para amenizar a situação, não basta só o consumidor comum economizar energia. As indústrias também precisam fazer a sua parte, pois o setor industrial é o que mais consome energia elétrica no Brasil, correspondendo a 34,4% do uso, segundo o BEN 2014.

Se economizar em casa não é difícil, na indústria também não. Bastam apenas alguns cuidados simples para que o uso de energia nas indústrias seja menor:

1- Desligue os motores das máquinas quando estas não estiverem operando;

2- Utilize lâmpadas mais eficientes e adequadas para cada tipo de ambiente. Lâmpadas de vapor de sódio, por exemplo, são mais eficientes do que as de vapor de mercúrio ou as mistas;

3- Abuse de recursos que aumentem a iluminação natural: telhas translúcidas, janelas amplas e ambientes pintados com cores claras;

4- Ligue a iluminação somente onde não haja iluminação natural suficiente e desligue-a sempre que os locais estiverem desocupados;

5- Nos refrigeradores, faça o degelo periódico ou sempre que a camada de gelo atingir a espessura de 1 cm, pois ela funciona como um isolante que dificulta a troca de calor. Além disso, regule sempre o termostato para que a temperatura de armazenamento se mantenha constante;

6- Discipline o uso de cafeteiras, ebulidores, calandras, etc., de forma a evitar desperdícios;

7- Sempre que puder, utilize aparelhos elétricos fora do horário de pico: das 17h30 às 20h30.

Você pode conferir mais dicas de economia para a indústria no site da Coelce (Companhia Energética do Ceará):

E você, já está economizando em sua casa ou empresa? Tem alguma dica valiosa de economia de energia? Compartilhe conosco nos comentários.

Artigo escrito por Ricardo Millani

Fontes: CicloVivo

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A torre mais famosa do mundo vai ficar mais verde

paris Siemens SustentávelUm dos pontos turísticos mais visitados do mundo se tornará em breve um exemplo de sustentabilidade.

O primeiro andar da Torre Eiffel, em Paris, está passando por uma grande restauração até o final de 2014 e ganhará uma série de medidas para diminuir sua pegada ecológica. Entre as novidades estão a instalação de painéis solares, turbinas eólicas e um novo sistema de reaproveitamento da água das chuvas a ser usado nos banheiros.

O projeto teve início em 2012 e custou quase 25 milhões de euros. Ele inclui a reconstrução dos pavilhões Ferrié, onde se encontram restaurantes e lojas, e a construção de um museu ao ar livre, um anfiteatro para 200 pessoas, salas de conferência e um piso transparente a 57 metros do chão, que permite aos mais de sete milhões de visitantes enxergarem a cidade por um ângulo diferente.

Os painéis solares e as turbinas eólicas produzirão energia limpa para manter os sistemas de aquecimento, o módulo de filtragem da água da chuva e a iluminação da torre, que será 95% composta de lâmpadas de LED. O objetivo é melhorar o desempenho energético em até 30%.

A revitalização da Torre Eiffel não é apenas um belo projeto de arquitetura. É a prova de que até estruturas centenárias podem se adaptar a um futuro cada vez mais verde sem prejuízos ao seu visual e estrutura. É só investir!

Quais pontos turísticos brasileiros poderiam receber sistemas sustentáveis como os da Torre Eiffel? Deixe sua opinião nos comentários.

Artigo escrito por Ricardo Millani

Fontes: CicloVivo, Worldcrunch e Arch Daily

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Desenvolvimento tecnológico do Brasil passa pelos “Vales do Silício Brasileiros”

Vales do silicio brasileiro Siemens

Quando falamos em aglomerações de empresas com domínio de tecnologia de ponta, logo vem à cabeça o Vale do Silício, nos EUA. Mas nós também temos “Vales do Silício Brasileiros”. Isso mesmo! Nós abrigamos parques tecnológicos e polos de inovação que estão crescendo e se desenvolvendo no País. São onze em funcionamento, de acordo com um estudo, de 2008/2009, da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).

Mas, para Rafael Prikladnicki (Diretor do Tecnopuc – Parque Científico e Tecnológico da PUC/RS), em entrevista ao jornal O Globo, esse número aumentou: são mais de 90 projetos e uma média de 20 em operação. Dentre todos, cinco se destacam e, ao todo, empregam mais de 15 mil pessoas e faturam acima de R$ 1,4 bilhão ao ano. São 634 empresas, desde start-ups até grandes companhias.

O maior, o Porto Digital, fica no Recife (RE), no Rio de Janeiro (RJ) está localizado o Parque Tecnológico da UFRJ, em Porto Alegre (RS) o Tecnopuc, em São José dos Campos (SP) o Parque Tecnológico de São José dos Campos e em Belo Horizonte (MG) está localizado San Pedro Valley. Este último faz uma brincadeira em menção ao nome do vale americano.

Além desses cinco polos em estágio mais avançado, há outros menores em vários estados. Eles podem não ser exatamente iguais ao Vale do Silício, porém o importante é considerarmos que as características e a vocação de cada um deles colaboram para o desenvolvimento da inovação e do empreendedorismo no País.

Se você é doido por tecnologia, inovação e adora projetos de intercâmbio entre o mundo acadêmico e mercado, acesse os portais dos polos que citamos. Eles estão recheados de informações de ponta.

Leia mais: Jornal O Globo , Portal Digital, ADBI

Artigo escrito por Priscila Cunha

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As habilidades no centro das atenções

Siemens educaçãoNo final do ano de 2014, foi realizada em Belo Horizonte (MG) a 8ª Olimpíada do Conhecimento, o maior torneio de educação profissional das Américas. O evento, realizado pelo SENAI e patrocinado pela Siemens, reúne estudantes de institutos federais e de cursos do SENAI e do Senac para a execução de tarefas do dia a dia das empresas dentro de prazos e padrões internacionais de qualidade. Vencem aqueles que alcançarem as melhores notas nos quatro dias de prova. Os melhores estudantes representarão o Brasil na WorldSkills, a maior competição de competência profissional do mundo.

Realizada a cada dois anos e também patrocinada pela Siemens, a WorldSkills é uma “Olimpíada do Conhecimento global” com mais de 60 anos de existência. Na última edição (2013), mais de 1.000 participantes vindos de mais de 50 países se reuniram para simular desafios de diversas profissões e demonstraram suas habilidades técnicas, individuais e coletivas na execução de tarefas dentro de padrões internacionais de qualidade.

Além de premiar os melhores alunos, um dos objetivos do torneio é mostrar que o treinamento funcional de estudantes ajuda a formar os profissionais e os talentos do futuro, trazendo assim muitos benefícios aos governos, organizações e indústrias que os contratarem.

Em 2013, o Brasil levou sua maior delegação à WorldSkills desde o início de sua participação. Os brasileiros conquistaram 12 medalhas, sendo 4 de ouro, 5 de prata e 3 de bronze, além de 15 diplomas de excelência. O País ficou na 5ª colocação no quadro geral de medalhas, à frente de diversas potências como China, Estados Unidos, Alemanha e Reino Unido.

Em 2015, será a nossa vez de sediar a 43ª edição do torneio, que acontecerá no Anhembi, em São Paulo (SP), de 11 a 15 de agosto. Será a primeira vez na história que a WorldSkills Competition será realizada na América do Sul.

Visite o site www.worldskills.org (em inglês), veja o que rolou nas edições anteriores e conheça um pouco mais sobre a competição.

Artigo escrito por Ricardo Millani

Fontes: SENAI e WorldSkills

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Mais criatividade e menos CO2

Muitos estudos sobre a necessidade de redução da emissão de dióxido de carbono e propostas de soluções para o problema são apresentados diariamente. Você já se imaginou, por exemplo, bebendo água saída do escapamento de um carro? É o que propõe um modelo de veículo que pode ser movido a hidrogênio e emite apenas água ao invés de poluentes. A fabricante do veículo chegou a promover uma ação em que oferecia a bebida para as pessoas em um cinema. Leia mais aqui. 

CO2 reducionEsse carro pode ser movido a água devido à célula de combustível - uma célula eletroquímica em que são consumidos um agente redutor (combustível) e um agente oxidante (comburente), com o objetivo de gerar energia elétrica. Neste modelo de carro, eles utilizam como reagente o hidrogênio e o oxigênio.

Os investimentos da indústria somam quantias bilionárias na busca por produtos que possam oferecer menor prejuízo ao meio ambiente e melhor qualidade de vida para as pessoas. Mas um estudante nigeriano nos mostra que aliando criatividade, consciência e trabalho duro é possível apresentar soluções que futuramente poderão tomar as ruas das cidades de todo o mundo. Segu Oyeyiola transformou um antigo fusca em um carro movido a energia solar e eólica. Com um investimento de seis mil dólares, o estudante de engenharia instalou placas fotovoltaicas no teto do veículo e uma pequena turbina eólica sob o seu capô.  Veja o resultado aqui.

Outro exemplo muito original é a Latro (luminária capaz de gerar energia a partir da respiração humana). É uma técnica pioneira em que é possível gerar correntes elétricas por meio do processo da fotossíntese, utilizando a nanotecnologia para torná-la possível. Essa luminária possui uma entrada para receber dióxido de carbono que eliminamos na respiração. O restante é feito pelas algas. Uma bateria armazena a energia acumulada e há um sensor interno capaz de controlar a intensidade da luz. Assista o vídeo no Vimeo.

De acordo com dados do Climate Leadership Group (2011), as cidades consomem mais de dois terços da energia do mundo e respondem por mais de 70% das emissões globais de CO2. Por isso, inovações capazes de reduzir as emissões de gases poluentes são sempre bem-vindas. Pequenas atitudes podem fazer grande diferença. Por isso, se possível, pratique-as!

Fonte: Correio Braziliense, Climate Leadership Group, Hypeness.

Artigo escrito por Priscila Cunha

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A ciclovia acaba no rio? Pedale na água!

 

Ciclismo aquático

São Francisco é famosa por ser uma excelente cidade para quem anda de bike. Porém, Judah Schiller, um apaixonado por ciclismo e esportes radicais, percebeu que as pontes que cruzam uma parte da baía da cidade não possuem faixas exclusivas para ciclistas, o que os força a chegar do outro lado apenas por carro ou pela água.

Pensando nisso, Judah criou o projeto BayCycle, uma iniciativa que busca promover o “ ciclismo aquático ”, uma solução para os ciclistas da cidade atravessarem a baía pela água, montados em suas próprias bicicletas.

Para mostrar a viabilidade do projeto, Judah desenvolveu um kit com infláveis para sua própria bicicleta, transformando-a em um “bote” movido pelos próprios pedais. A ideia é que, com o crescimento do projeto, seja possível desenvolver um kit que seja compatível com qualquer tipo de bicicleta.

Para Judah, a ideia tem tudo para dar certo. Além de ser barata e valorizar o lado saudável das bikes – já que pedalar na água é muito mais desafiador do que em terra  firme -, o projeto BayCycle poderia ser replicado em muitas cidades que também são cortadas por cursos d’água, como Nova York. Segundo ele, a travessia pelo rio Hudson por meio do ciclismo aquático duraria 15 minutos se fosse feita pela água, um tempo muito menor do que as horas enfrentadas pelos motoristas nos túneis e pontes.

Você acha que esta ideia daria certo no Brasil? Em quais cidades? Deixe sua opinião nos comentários.

Artigo escrito por Ricardo Millani

Fonte: Baycycle Project

 

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O fim das lâmpadas incandescentes

Lampadas encadecentes Siemens

Vamos direto ao assunto: desde 1º de julho de 2014, as lâmpadas mais utilizadas por nós brasileiros estão sumindo das prateleiras. Até janeiro de 2015, não haverá  lâmpadas de 100 W à venda e as versões de 60, 40 e 25 W desaparecerão gradativamente até 2016, segundo a Associação Brasileira da Indústria da Iluminação (Abilumi).

Isso está acontecendo porque a portaria dos Ministérios de Minas e Energia (MME), da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), estabeleceu índices mínimos de eficiência luminosa, por tipo de lâmpada, que levam em conta o fluxo luminoso e a potência elétrica consumida.

O estabelecimento dessa portaria é importante porque essas lâmpadas são pouco sustentáveis. Apenas 5% da energia consumida vira luz e os outros 95% perdem-se em calor. A fiscalização sobre essa eficiência é função do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

De acordo com o professor do curso de Engenharia Elétrica da Fundação Educacional Inaciana (FEI), Reinaldo Lopes, em entrevista sobre o tema, as lâmpadas mais indicadas são as fluorescentes. Ele explica que a versão compacta de 23 W equivale em energia luminosa a uma lâmpada de 100 W, gerando uma economia de 42,5 %.

Veja abaixo as características que ele ressaltou sobre cada modelo:

Incandescentes - A desvantagem é o grande desperdício de energia, além de possuir vida útil muito curta (1.000 h).
Halógenas - São uma incandescente melhorada, com a vantagem de ter uma vida útil dobrada se comparada com a normal, além de existir lâmpadas de grande potência e tamanho pequeno.
LED - A tecnologia LED é bastante recente e a cada dia se apresentam novidades. Possuem baixíssimo consumo (3 W  em média), porém com custo inicial ainda muito alto, inviabilizando o seu uso em instalações residenciais mais simples.
Fluorescentes - Funcionam com base no princípio da radiação ultravioleta que provocam fluorescência na pintura interna do tubo de vidro, emitindo luz. Conforme a pintura interna dessas lâmpadas a cor da luz pode variar (desde o branco intenso até a luz negra).

O que você achou da medida? Pense que será positivo para o meio ambiente, que ganhará com a menor produção de calor e de gás carbônico, e para o bolso de nós consumidores que teremos uma redução na conta de luz. 

Artigo escrito por Priscila Cunha

Fontes: Planeta Sustentável, Ecycle e G1

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Uma nova alternativa contra a malária

cura da maláriaA malária, doença transmitida pela picada do mosquito Anopheles, continua sendo uma das doenças infecciosas que mais matam no mundo. De acordo com a ONG Médicos Sem Fronteiras, só em 2012 foram registrados 219 milhões de infectados e 660 mil mortes. Apesar da redução de 25% no número de mortes desde o ano 2000, erradicar a  doença continua sendo um dos maiores desafios para a ciência.

Atualmente, o método mais utilizado para controlar a malária é o uso de inseticidas. Porém, eles acabam matando mais animais do que o mosquito transmissor, o que pode provocar certo desequilíbrio no meio ambiente. Para evitar que isso aconteça, uma dupla de pesquisadores do Imperial College de Londres está testando o uso da engenharia genética para eliminar apenas as fêmeas do mosquito, impedindo assim a transmissão do parasita (apenas as fêmeas picam) e a reprodução da espécie em longo prazo. Tudo sem usar inseticidas.

Assim como os humanos, mosquitos com dois cromossomos X são femininos e os que têm um X e um Y são masculinos. A reprodução acontece quando um óvulo, que carrega apenas cromossomos X, encontra um espermatozoide, que pode carregar um dos dois cromossomos e, por isso, é quem define o sexo do novo mosquito.

Em laboratório, os pesquisadores inseriram no genoma de mosquitos machos uma proteína natural que destrói os cromossomos X e  fizeram com que ficasse ativa apenas durante a criação dos espermatozoides. Assim, os mosquitos passaram a criar apenas espermatozoides com o cromossomo Y, que, ao se juntarem com os óvulos, formam apenas indivíduos machos. Como os novos mosquitos carregarão a proteína adiante, a tendência é que muito mais machos sejam criados e a espécie seja reduzida progressivamente.

Se o método der certo, introduzir machos  modificados na natureza poderá ajudar a controlar a malária sem maiores danos às outras espécies, pelo menos até que a seleção natural consiga achar um jeito de eliminar a proteína do DNA e o número de mosquitos volte ao normal.

Você conhece outros problemas ou doenças que foram resolvidas com a engenharia genética? Conte para nós nos comentários.

Artigo escrito por Ricardo Millani

 

Fonte: Economist

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