Energia Eólica – Um futuro inesgotável

Energia Eólica SiemensChina, Estados Unidos e Alemanha lideram a lista de países que investem na força eólica. Nos Estados Unidos, por exemplo, a capacidade de geração dessa energia originária dos ventos quadruplicou nos últimos cinco anos e, apenas em 2012, evitou a emissão de 84.7 milhões de toneladas de CO2. Já o país que tem maior participação da modalidade entre as diversas fontes de energia fica na Península Ibérica. Sim, a responsável por esse resultado é a pequena Espanha. Lá a energia eólica é, agora, a fonte primária de eletricidade; e pela primeira vez na história, ela é a principal fonte de eletricidade em um país.

De acordo com a operadora de energia Red Eléctrica de España (REE), a geração espanhola aumentou 13.2% no ano passado, produzindo eletricidade suficiente para alimentar 15.5 milhões de lares. Segundo o relatório da REE, os parques eólicos espanhóis atingiram 21,1% da demanda total de eletricidade do país, pouco mais do que a energia nuclear, carvão, grandes hidrelétricas, solar fotovoltaica e solar térmica.

Bem, já falamos sobre os países que mais investem em energia eólica e sobre o que tem maior participação da energia eólica em relação a outras fontes energéticas. Agora, vamos nos focar nos pontinhos da imagem abaixo. Esses pequenos pontos não são nada mais, nada menos do que o maior parque eólico em alto mar do mundo: o London Array.

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Image by Jesse Allen and Robert Simmon, using Landsat data from the U.S. Geological Survey.
Caption by Michael Carlowicz.
Reprudução: http://earthobservatory.nasa.gov/

O parque, que fica próximo da costa de Essex e Kent, foi inaugurado em 2013 e ocupa 100 km² de área. Com suas 175 turbinas, ele tem capacidade para produzir energia suficiente para abastecer quase meio milhão de casas em um ano.

Cada turbina fica de 650 a 1.200 metros de distância e atinge 147 metros de altura. Elas são conectadas por cabos enterrados no fundo do mar. Veja no vídeo abaixo como elas foram instaladas.

O projeto do London Array, que custou 2,2 milhões de euros, foi desenvolvido pela empresa alemã E.On, a dinamarquesa Dong Energy e a Masdar, de Abu Dhabi. As turbinas são da alemã Siemens. Anualmente, segundo o consórcio, o parque eólico deverá evitar emissões de 925 mil toneladas de CO2.

Artigo escrito por Priscila Cunha

Fontes: ABEEólica, Earth Observatory da Nasa, Green Biz, Jornal do Comércio, Planeta Sustentável, Red Eléctrica de España, REN21_Global Status Report 2013 e Tribuna do Nordeste.

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Um intercâmbio de inovações entre Brasil e Alemanha

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No dia 12 de novembro, comemora-se o Dia do Inventor, uma data importante para reverenciar todos os visionários e visionárias que utilizaram sua inteligência e perspicácia para criar objetos que hoje não sabemos viver sem. Já pensou o que seria do mundo se não existissem coisas como o telefone, o avião, a lâmpada ou até mesmo a internet?

Certamente, o mundo não seria o mesmo sem a criatividade dessas pessoas. Por isso, algumas iniciativas, como o Prêmio Brasil-Alemanha de Inovação, nascem para valorizar os novos inventores e respeitar aqueles que fizeram história. Amanhã (12 de novembro), acontecerá em São Paulo, a cerimônia de premiação da segunda edição desta premiação, juntamente com o II Seminário Brasil-Alemanha de Inovação.

O evento, que tem o patrocínio da Siemens, é uma iniciativa da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK) que pretende identificar e reconhecer esforços inovadores realizados por empresas brasileiras ou alemãs instaladas no Brasil. A ideia é aumentar a visibilidade para projetos inovadores, atraindo parcerias e estimulando o intercâmbio entre o Brasil e a Alemanha num esforço conjunto para o aumento de competitividade através da inovação.

Os três primeiros colocados receberão diagnósticos e consultorias personalizadas de uma renomada empresa. Já o primeiro colocado ganhará também uma viagem para a Alemanha para participar de uma feira internacional que se relacione com sua área de atuação.

O Seminário Brasil-Alemanha de Inovação, que antecederá a premiação, contará com a presença de empresários e grandes executivos de empresas alemãs. Será discutido, entre outras pautas relacionadas à inovação, o diferencial competitivo da inovação alemã, o modelo de startups, o relacionamento de empresas alemãs com o Brasil e ideias para fomentar o desenvolvimento de projetos inovadores dentro do País.

Para saber mais sobre o evento e a programação do seminário, acesse www.inobrasilalemanha.com.br.

 

Artigo escrito por Ricardo Millani

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A árvore que vai alimentar uma cidade

 

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Um projeto ousado criado pelo estúdio de design Aprili promete redefinir o conceito de fazenda vertical. A Urban Skyfarm será uma gigantesca estrutura no centro de Seul, na Coreia do Sul, e terá uma estrutura feita de aço e alumínio com 160 metros de altura, mais de 13 mil m² de área cultivável e um inusitado formato de árvore. A fazenda será 100% hidropônica, ou seja, utilizará água proteica ao invés de terra para nutrir as plantas e, além de produzir alimentos, também fornecerá energia limpa e água tratada para sua vizinhança.

A estrutura da Urban Skyfarm permitirá o cultivo de diferentes culturas em cada andar. Nos andares mais altos, onde há maior exposição à luz solar, serão plantadas árvores, enquanto os andares mais baixos darão lugar a verduras e ervas como rúcula e manjericão. Nestes andares, luzes artificiais e aquecedores cuidadosamente controlados trarão condições ideais às plantas em qualquer condição climática.

O projeto ainda conta com áreas de lazer ao redor e no interior da estrutura, incluindo restaurantes e jardins botânicos, e terá um espaço semelhante a uma feira livre na qual agricultores poderão negociar sua colheita.
A energia que alimentará tudo isso virá de fontes 100% renováveis. No topo da “árvore”, painéis solares e turbinas eólicas garantirão a independência de energia externa para manter a estrutura e ainda fornecerão o excedente energético para toda a vizinhança. Uma parte da energia será guardada e garantirá as condições perfeitas de luminosidade para as plantas mesmo após o pôr-do-sol.

Os designers do projeto acreditam que a Urban Skyfarm será uma máquina viva perfeita para as pessoas cultivarem seus alimentos, socializar e relaxar, transformando sua relação com a cidade. Para eles, a estrutura em forma de árvore será um verdadeiro ícone arquitetônico e uma prova de que bem-estar e desenvolvimento sustentável podem coexistir.

Você acha que o Brasil precisa de soluções como esta nas grandes cidades? Participe deixando seu comentário.

Artigo escrito por Ricardo Millani

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Câncer de mama: informar é prevenir

Desde a década de 1980, diversos países, incluindo o Brasil, dedicam o mês de outubro para realizar a campanha Outubro Rosa, uma iniciativa organizada por diversas entidades médicas com o apoio de muitas empresas publicas e privadas,  para conscientizar principalmente as mulheres sobre os riscos do câncer de mama e arrecadar fundos para pesquisas sobre sua causa, prevenção, tratamento e cura.

O câncer de mama é o tipo de câncer mais comum em mulheres e é o que mais leva as brasileiras à morte, segundo dados apresentados pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca). Só em 2011, mais de 12 mil mulheres brasileiras morreram em decorrência da doença. O Inca também aponta que entre os anos de 2014 e 2015, mais de 57 mil casos de câncer de mama aparecerão no País.

Um dos  sintomas mais comuns da doença é o aparecimento de nódulos nas mamas ou nas axilas, mas outros sinais como inchaço, saída de secreção que não seja leite, dor ou inversão dos mamilos, vermelhidão e o descascamento da pele dos seios também podem denunciar a ocorrência do câncer.  A recomendação é que se um destes sintomas aparecer, não hesite em procurar um médico.

Apesar de ser uma doença grave, o câncer de mama pode ser curado. Quanto mais cedo for detectado, mais fácil será curá-lo. Se no momento do diagnóstico o nódulo tiver menos de um centímetro (estágio inicial), as chances de cura chegam a 95%. Quanto maior o tumor, menor a probabilidade de vencer a doença.

Veja mais detalhes sobre a doença no infográfico abaixo:

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Mesmo com campanhas de conscientização como o Outubro Rosa, você acha que as mulheres ainda sofrem com a falta de informação sobre o câncer de mama no Brasil? Deixe sua opinião nos comentários.

Artigo escrito por: Ricardo Millani

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