Bairro alemão produz quatro vezes mais energia do que consome

Siemens Energia solarSituado em Friburgo (capital ecológica da Alemanha onde 35% dos moradores vivem sem carro), o bairro Schlierberg utiliza energia solar e ainda produz quatro vezes mais eletricidade do que consome. Essa é uma prova de que construções ecológicas podem ser lucrativas.

Projetado pelo arquiteto alemão Rolf Disch,  o bairro é autossuficiente em energia limpa porque o planejamento das construções das casas e vilas previu instalações solares desde o início do projeto, incorporando de forma estratégica uma série de grandes painéis solares sobre os telhados.

O bairro soma 59 residências e um edifício comercial – o Solar Ship. As residências são ecologicamente inteligentes. Construídas com madeira sustentável, têm de 75 a 162 m² e, além das placas solares, exploram o aquecimento solar passivo e a luminosidade natural. A irrigação dos jardins e descargas dos vasos sanitários são alimentadas pela captação de água da chuva.

Ainda, para evitar o trânsito interno, os carros da vila são estacionados na garagem subterrânea do edifício comercial e fazem parte de um sistema de compartilhamento.

Artigo escrito por Priscila Cunha

Leia mais em: Ciclo Vivo, Catraca Livre, Roldisch

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Carbono: de inimigo do meio ambiente a material do futuro

Todos os dias, a ciência e a tecnologia nos surpreendem com seus avanços e descobertas nas mais diversas áreas do conhecimento humano, seja na medicina, na computação ou na astronomia. São estas descobertas que nos fazem ter esperanças de um futuro melhor para todos. Mas se depender de apenas um material, o futuro poderá ser ainda melhor e mais surpreendente.

O grafeno é uma folha plana feita apenas por moléculas de carbono. Com a espessura de um átomo, ou seja, 1 milhão de vezes mais fino que um fio de cabelo, o grafeno tem “poderes” extraordinários: ele é 200 vezes mais resistente que o aço, 7 vezes mais leve que o ar, é um excelente condutor de eletricidade e calor, é transparente e extremamente flexível.

Siemens celulares com tela dobravel

Estas incríveis capacidades estão fascinando os cientistas, que já imaginam o que seria possível fazer com o material. Pense, por exemplo, em um celular fino como uma folha, totalmente flexível e com uma bateria que duraria mais de uma semana. Ou um chip feito de grafeno, dobrável, transparente e finíssimo, que tornaria computadores e outros eletrônicos muito menores e mais finos do que são hoje.

Até mesmo objetos simples como a camisinha poderiam ser beneficiados pelas pesquisas com o grafeno. Existem estudos para viabilizar a criação de um preservativo feito com o material, que permitiria uma experiência mais natural e garantiria ainda mais proteção na hora do sexo.

Além das pesquisas com o grafeno serem muito recentes, este não é um material fácil de ser produzido em larga escala. Apesar de apresentar baixo custo – pois é feito de carbono, elemento encontrado em abundância no planeta -, ainda são necessários muitos estudos e avanços na nanotecnologia para que, um dia, ele seja acessível para todos. Mas, do jeito que a tecnologia nos surpreende a cada dia, não demorará muito tempo até que o grafeno comece, definitivamente, a fazer parte da nossa rotina.

 

Em quais áreas ou objetos você acha que os poderes do grafeno seriam úteis? Deixe sua opinião nos comentários.

 

Artigo escrito por Ricardo Millani


 

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Energia Eólica – Um futuro inesgotável

Energia Eólica SiemensChina, Estados Unidos e Alemanha lideram a lista de países que investem na força eólica. Nos Estados Unidos, por exemplo, a capacidade de geração dessa energia originária dos ventos quadruplicou nos últimos cinco anos e, apenas em 2012, evitou a emissão de 84.7 milhões de toneladas de CO2. Já o país que tem maior participação da modalidade entre as diversas fontes de energia fica na Península Ibérica. Sim, a responsável por esse resultado é a pequena Espanha. Lá a energia eólica é, agora, a fonte primária de eletricidade; e pela primeira vez na história, ela é a principal fonte de eletricidade em um país.

De acordo com a operadora de energia Red Eléctrica de España (REE), a geração espanhola aumentou 13.2% no ano passado, produzindo eletricidade suficiente para alimentar 15.5 milhões de lares. Segundo o relatório da REE, os parques eólicos espanhóis atingiram 21,1% da demanda total de eletricidade do país, pouco mais do que a energia nuclear, carvão, grandes hidrelétricas, solar fotovoltaica e solar térmica.

Bem, já falamos sobre os países que mais investem em energia eólica e sobre o que tem maior participação da energia eólica em relação a outras fontes energéticas. Agora, vamos nos focar nos pontinhos da imagem abaixo. Esses pequenos pontos não são nada mais, nada menos do que o maior parque eólico em alto mar do mundo: o London Array.

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Image by Jesse Allen and Robert Simmon, using Landsat data from the U.S. Geological Survey.
Caption by Michael Carlowicz.
Reprudução: http://earthobservatory.nasa.gov/

O parque, que fica próximo da costa de Essex e Kent, foi inaugurado em 2013 e ocupa 100 km² de área. Com suas 175 turbinas, ele tem capacidade para produzir energia suficiente para abastecer quase meio milhão de casas em um ano.

Cada turbina fica de 650 a 1.200 metros de distância e atinge 147 metros de altura. Elas são conectadas por cabos enterrados no fundo do mar. Veja no vídeo abaixo como elas foram instaladas.

O projeto do London Array, que custou 2,2 milhões de euros, foi desenvolvido pela empresa alemã E.On, a dinamarquesa Dong Energy e a Masdar, de Abu Dhabi. As turbinas são da alemã Siemens. Anualmente, segundo o consórcio, o parque eólico deverá evitar emissões de 925 mil toneladas de CO2.

Artigo escrito por Priscila Cunha

Fontes: ABEEólica, Earth Observatory da Nasa, Green Biz, Jornal do Comércio, Planeta Sustentável, Red Eléctrica de España, REN21_Global Status Report 2013 e Tribuna do Nordeste.

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Um intercâmbio de inovações entre Brasil e Alemanha

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No dia 12 de novembro, comemora-se o Dia do Inventor, uma data importante para reverenciar todos os visionários e visionárias que utilizaram sua inteligência e perspicácia para criar objetos que hoje não sabemos viver sem. Já pensou o que seria do mundo se não existissem coisas como o telefone, o avião, a lâmpada ou até mesmo a internet?

Certamente, o mundo não seria o mesmo sem a criatividade dessas pessoas. Por isso, algumas iniciativas, como o Prêmio Brasil-Alemanha de Inovação, nascem para valorizar os novos inventores e respeitar aqueles que fizeram história. Amanhã (12 de novembro), acontecerá em São Paulo, a cerimônia de premiação da segunda edição desta premiação, juntamente com o II Seminário Brasil-Alemanha de Inovação.

O evento, que tem o patrocínio da Siemens, é uma iniciativa da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK) que pretende identificar e reconhecer esforços inovadores realizados por empresas brasileiras ou alemãs instaladas no Brasil. A ideia é aumentar a visibilidade para projetos inovadores, atraindo parcerias e estimulando o intercâmbio entre o Brasil e a Alemanha num esforço conjunto para o aumento de competitividade através da inovação.

Os três primeiros colocados receberão diagnósticos e consultorias personalizadas de uma renomada empresa. Já o primeiro colocado ganhará também uma viagem para a Alemanha para participar de uma feira internacional que se relacione com sua área de atuação.

O Seminário Brasil-Alemanha de Inovação, que antecederá a premiação, contará com a presença de empresários e grandes executivos de empresas alemãs. Será discutido, entre outras pautas relacionadas à inovação, o diferencial competitivo da inovação alemã, o modelo de startups, o relacionamento de empresas alemãs com o Brasil e ideias para fomentar o desenvolvimento de projetos inovadores dentro do País.

Para saber mais sobre o evento e a programação do seminário, acesse www.inobrasilalemanha.com.br.

 

Artigo escrito por Ricardo Millani

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