Câncer de mama: informar é prevenir

Desde a década de 1980, diversos países, incluindo o Brasil, dedicam o mês de outubro para realizar a campanha Outubro Rosa, uma iniciativa organizada por diversas entidades médicas com o apoio de muitas empresas publicas e privadas,  para conscientizar principalmente as mulheres sobre os riscos do câncer de mama e arrecadar fundos para pesquisas sobre sua causa, prevenção, tratamento e cura.

O câncer de mama é o tipo de câncer mais comum em mulheres e é o que mais leva as brasileiras à morte, segundo dados apresentados pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca). Só em 2011, mais de 12 mil mulheres brasileiras morreram em decorrência da doença. O Inca também aponta que entre os anos de 2014 e 2015, mais de 57 mil casos de câncer de mama aparecerão no País.

Um dos  sintomas mais comuns da doença é o aparecimento de nódulos nas mamas ou nas axilas, mas outros sinais como inchaço, saída de secreção que não seja leite, dor ou inversão dos mamilos, vermelhidão e o descascamento da pele dos seios também podem denunciar a ocorrência do câncer.  A recomendação é que se um destes sintomas aparecer, não hesite em procurar um médico.

Apesar de ser uma doença grave, o câncer de mama pode ser curado. Quanto mais cedo for detectado, mais fácil será curá-lo. Se no momento do diagnóstico o nódulo tiver menos de um centímetro (estágio inicial), as chances de cura chegam a 95%. Quanto maior o tumor, menor a probabilidade de vencer a doença.

Veja mais detalhes sobre a doença no infográfico abaixo:

infografico Siemens outubro rosa cancer de mama

Mesmo com campanhas de conscientização como o Outubro Rosa, você acha que as mulheres ainda sofrem com a falta de informação sobre o câncer de mama no Brasil? Deixe sua opinião nos comentários.

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Fontes renováveis de energia podem suprir metade da demanda mundial até 2050

Tecnologia Siemens com foco em energia renovávelVocê quer primeiro a boa ou a má notícia? Assim começa o relatório “Revolução Energética – Perspectivas para uma energia global”, divulgado pelo Greenpeace. Direto ao ponto, ele nos conta que a energia renovável, combinada ao uso racional e eficiente de energia, será capaz de suprir metade da demanda energética global até 2050. Porém, esclarece que o tempo está se esgotando e, se nada for feito, as consequências serão catastróficas.

O relatório conclui que a redução das emissões globais de CO2, em até 50%, nos próximos 36 anos é economicamente viável e que a adoção maciça de fontes de energia renovável também é tecnicamente possível. Para quem não sabe, incluem-se como fontes de energia renovável: vento, biomassa, fotovoltaica, solar térmica, geotérmica, oceânica e hidrelétrica.

Para alcançar esse resultado, os autores do estudo partilham que é fundamental a construção de cenários alternativos, moderadamente realistas e acompanhados das propostas de políticas públicas que mudem a rota do atual sistema energético. Por isso a matriz mundial proposta pelo Greenpeace fala da necessidade de uma revolução energética. O objetivo dessa revolução é ampliar a exploração do potencial de eficiência energética, priorizando as melhores práticas atuais e as tecnologias que estarão disponíveis no futuro.

O material aponta que essa revolução só será alcançada se mudarmos a forma como usamos, distribuímos e consumimos energia. Cinco princípios-chave são fundamentais para essa mudança: implementar soluções renováveis – especialmente por meio de sistemas de energia descentralizados-, respeitar os limites naturais do meio ambiente, eliminar gradualmente fontes de energia sujas e não sustentáveis, promover a equidade na utilização dos recursos e desvincular o crescimento econômico do consumo de combustíveis fósseis.

Ficou curioso e quer saber mais sobre os cenários para a oferta futura de energia, os principais resultados globais, a questão da segurança energética e as tecnologias de geração de energia? Acesse o relatório na íntegra clicando aqui.

Fonte: Greenpeace

 

Artigo escrito por Priscila Cunha

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Cidades do futuro: qualidade de vida e muito ar puro!

 

Preocupados com questões como o prazo de validade de recursos naturais, qualidade de vida e saúde, ambientalistas e arquitetos de grandes potências têm empenhado esforços e investido em alta tecnologia para criar cidades 100% sustentáveis. Projetos de megacidades futuristas, que pareciam ser um sonho, começam a ser estudados seriamente.

Na contra mão da poluição. conheça a cidade 100% sustentável na China

A busca de soluções inovadoras, criativas e viáveis é constante e, por isso, temos nos deparado, a cada dia, com um projeto mais incrível que o outro.

Recentemente, o escritório alemão de arquitetura, Peter Ruge, desenvolveu e divulgou um projeto para a província de Hainan da China em Boao Lecheng no Rio Wanquan: o Green Health City (Cidade Verde e Saudável). O objetivo do trabalho é alcançar um desenvolvimento ecologicamente sustentável e promover um elevado índice de qualidade de vida, considerando condições da saúde humana física e emocional.

O projeto é dividido em cinco bairros que contarão com estrutura médica, redes de transporte sustentáveis e sistemas de produção de energia limpa. Estima-se que 70% da energia seja proveniente de fontes renováveis; turbinas eólicas, células fotovoltaicas, biogás e sistemas inteligentes para a distribuição de água e energia.

Um outro exemplo, também na China, é o projeto da cidade ecológica idealizada para Dongtan, em Shangai. O trabalho, elaborado pela companhia inglesa Arup, tem como objetivo fazer de Dongtan uma cidade com zero emissão de gases poluentes.

A construção de cidades ecológicas está muito próxima da realidade. O vídeo abaixo nos mostra que, na China, um país onde 70% dos rios estão poluídos, os moradores de uma cidade chamada Teda poderão beber água direto da torneira.

Assista o vídeo clicando aqui

Artigo escrito por Priscila Cunha

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Na onda do camarão

image_tecnologia_NaondadocamaraoEstamos carecas de saber que a poluição causada pelo plástico é um problema grave para o meio ambiente. Pensando nisso, pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, desenvolveram um bioplástico feito com cascas de camarão.

A casca de camarão é composta por quitosana, uma forma de quitina – polissacarídeo resistente que é encontrado no exoesqueleto de insetos e crustáceos. Essa substância é o segundo material orgânico mais encontrado na Terra.

Segundo o grupo de pesquisadores, a criação desse tipo de material é barata e de fácil fabricação. O produto gerado a partir da quitina, além de transparente, é tão resistente quanto outros bioplásticos encontrados no mercado. De acordo com Javier Fernandez, líder do estudo, com esse tipo de quitosana é possível fazer praticamente qualquer forma 3D com precisão. O material permite a fabricação de objetos robustos e também é seguro para fazer embalagens, fraldas e sacos de lixo. Para exemplificar, Javier chegou a moldar uma série de peças de xadrez para ilustrar.

O mais incrível é que esse novo bioplástico, 100% biodegradável, se desfaz no meio ambiente em apenas duas semanas. Após descartado, ele pode ser enterrado, assim enriquecendo o solo com nutrientes capazes de auxiliar no crescimento de uma planta. Para demonstrar esse potencial, a equipe de pesquisadores plantou um pé de ervilha em um ambiente enriquecido com quitosana. A planta cresceu em três semanas. Não acredita? Veja o resultado:

 

Artigo escrito por Priscila Cunha

Fontes: Harvard Gazette e CNN

 

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